Fórmula 1 não deve perder equipes em 2005
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quinta-feira, 07 de outubro de 2004
Agência Estado 
Suzuka - Depois de um período de apenas más notícias, a Fórmula 1 pode entrar, já a partir de hoje, numa fase menos preocupante quanto ao futuro de suas equipes. Ontem, no autódromo japonês, corria solta a informação de que a Jaguar teria sido vendida, o que garantiria sua presença no próximo Mundial. E quanto aos dois times cuja sobrevivência parecia em risco, Jordan e Minardi, segundo o braço direito de Bernie Ecclestone, o italiano Pasquale Lattunedu, ''ambos estarão no grid em 2005.''
O empresário russo radicado no Canadá, Alex Schneider, um milionário que atua no ramo do aço, seria o comprador da escuderia da Ford, a Jaguar, e da Cosworth, outra empresa do grupo, responsável pelos motores Ford na Fórmula 1. Não houve nenhum comunicado oficial, mas os rumores eram esses. Schneider é proprietário da empresa Midland Resources, a quarta maior produtora de aço da Ucrânia, mas sua residência permanente é no Canadá. Se for confirmada a notícia, não só uma, mas três equipes, das dez existentes, permaneceriam no campeonato. A Jordan e a Minardi adquirem os motores da Cosworth.
Chuva A possibilidade real de a classificação, sábado às 2 horas, e a corrida, domingo, às 2h30, horários de Brasília, serem disputadas com chuva preocupa todos os pilotos, mas em especial os com menos experiência com seus novos carros. É o caso de Jarno Trulli, que estréia na Toyota, e Jacques Villeneuve, na sua segunda prova na Renault. ''Realizei apenas três dias de testes, tudo é diferente para mim. Estrear aqui em Suzuka já não é fácil, pela dificuldade do traçado, com chuva será ainda pior.'' Não há pressão por causa de ser a casa da Toyota. ''Na Fórmula 1 você sempre está sob pressão'', diz Trulli.
''Pelo que conheço desses tufões e pelo que me disseram, pode ser até o caso de encerrar a corrida'', disse Takuma Sato, da BAR. ''Qualquer asfalto encharca com muita chuva. O risco de aquaplanar é grande'', disse Mark Webber, da Jaguar.


