São Paulo - Por enquanto, apenas dez equipes vão disputar o Mundial de 2003. Como Bernie Ecclestone, promotor da Fórmula 1, limitou o número máximo de escuderias a 12, há, portanto, duas vagas para quem puder deixar US$ 40 milhões em caução por um ano, investir pelo menos outros US$ 120 milhões na montagem de uma escuderia e fazê-la funcionar para disputar o campeonato da categoria.
E tudo isso para apenas largar nas 17 etapas da próxima temporada, cuja abertura será dia 9 de março em Melbourne, na Austrália. Obter resultados é outra história.
Na formação dos times as mudanças serão poucas. Não há um único profissional na Fórmula 1 que acredite no projeto do ex-piloto Dan Gurney de criar um time totalmente norte-americano, até nos pilotos, para disputar o próximo Mundial. Em primeiro lugar porque não há tempo. Nos cinco meses que restam para a primeira prova de 2003, seria praticamente impossível encontrar um grande investidor, montar a estrutura de uma organização, projetar e construir um carro, definir pilotos e colocá-los para treinar antes do GP da Austrália.
É por isso que o campeonato deve mesmo começar com dez equipes, sem a Arrows, falida. Ferrari, Williams, McLaren, Renault, Sauber, Jordan, BAR, Toyota, Jaguar e Minardi serão os times.

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