Frankfurt - A Fórmula 1 está de férias. Bem, não é assim. Os testes estão proibidos até 31 de agosto. Os engenheiros continuam estudando modificações que tornem seus carros mais velozes, parte dos mecânicos trabalhará nas sedes das equipes e muitos pilotos participarão de eventos promocionais. Para não se dizer dos representantes das escuderias, que permanecerão tentando chegar a um acordo sobre a proposta de regulamento a ser encaminhada ao presidente da FIA, Max Mosley, até 24 de setembro, e até definir a contratação de pilotos visando 2005.
Até a próxima etapa da competição, o GP da Hungria, dia 15, o 13º da temporada, está já em curso um intervalo de três semanas, iniciado domingo, depois da prova de Hockenheim. ''É uma loucura um calendário como o deste ano. Disputamos seis corridas em oito fins de semana. Pouca gente tem noção das implicações logísticas desses deslocamentos todos'', disse Flávio Briatore, diretor da Renault, em seguida ao GP da Inglaterra.
As datas reservadas para o Mundial de 2005 não prevêem tantas provas em domingos consecutivos, como foram, este ano, Mônaco e Europa, Canadá e Estados Unidos, e França e Inglaterra.
O Mundial de Construtores, salvo uma grande surpresa, deverá ser definido dia 15 em Budapeste. A Ferrari lidera com 184 pontos e a Renault possui 85.
Já o Mundial de Pilotos não tem como acabar na Hungria. Michael Schumacher é o líder, com 110 pontos, e Rubens Barrichello, segundo colocado, 74. Mas faltariam cinco etapas e haveria em jogo 50 pontos.

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