Fora do Corinthians, Adriano cogita voltar aos campos somente em maio
PUBLICAÇÃO
terça-feira, 13 de março de 2012
Agência Estado 
O futuro de Adriano está indefinido. Após ter seu contrato rescindido pelo Corinthians, o jogador foi para o Rio de Janeiro nesta terça-feira. O objetivo do atacante é ficar com a familia enquanto decide que rumo seguirá na carreira.
De acordo com a assessoria do atleta, o Flamengo e outro time brasileiro, além de equipes e estrangeiras já manifestaram interesse em contar com o centroavante.
O retorno ao Flamengo, clube onde começou a carreira e teve última passagem na vitoriosa campanha do Campeonato Brasileiro de 2009, não está descartado. Porém, segundo informações, o jogador só acertaria com o time rubro-negro neste momento, se puder disputar a Copa Libertadores.
Como estava inscrito pelo Corinthians na competição, a chance é pequena de entrar na lista do técnico Joel Santana. O Flamengo faz consulta à Conmebol sobre o assunto.
"Tem gente querendo, estamos conversando, mas ele não quer voltar com pressão. Ainda precisa de um mês para tratar do tornozelo. Ele gostaria de jogar a Libertadores, vamos ver se achamos uma brecha para que ele possa jogar, mas já andamos pesquisando e acho que não tem direito", afirmou Luiz Carlos, o Lucca, empresário do jogador.
Caso não possa jogar o torneio, Adriano, segundo seu agente, pretende ficar até maio longe dos campos. Assim, ele ficaria com seus familiares e também cuidaria da parte física, retornando aos gramados para a disputa do Campeonato Brasileiro.
Acerto de Contas
Corinthians e os representantes de Adriano ainda não definiram a data em que vão sentar para definir os números da rescisão do jogador.
A diretoria do clube do Parque São Jorge tenta diminuir os custos a serem pagos ao atacante, que jogou apenas oito partidas e marcou dois gols. Adriano, porém, não vai abrir mão dos salários de aproximadamente R$ 380 mil até junho, data em que acabaria o contrato com o time.
"O Adriano quer sair em paz do Corinthians, sem problemas. Mas ele tem direitos e não abre mão deles", disse Lucca.


