São Paulo - A idéia de ver o craque Jorge Valdívia sentado no banco de reservas do Palmeiras pode parecer absurda, mas tem boas chances de acontecer amanhã, dia em que o Verdão tentará somar sua quarta vitória consecutiva diante do Grêmio, em Porto Alegre.
O jogador, que começou o treino coletivo de quarta-feira entre os reservas, admitiu que não está bem fisicamente e colocou-se à disposição do técnico Caio Júnior para acatar qualquer que seja a determinação do comandante palmeirense.
''Preciso de três dias de treino para estar na mesma condição física dos companheiros, pois fiquei seis dias sem trabalhar antes do segundo jogo contra o Brasil, com dores no pescoço. Não peço para jogar, mas também não peço para ficar fora. Se o Caio (Júnior) quiser que eu não viaje e fique em São Paulo treinando, vou calar a boca e obedecer. Se quiser que eu viaje e jogue 20 ou 30 minutos, também'', discursou.
Alvo de um imbróglio judicial envolvendo seus dois ex-times, o Corinthians alagoano e o América de Natal, o atacante Max está livre para trabalhar normalmente pelo Palmeiras, seu novo clube. O Tribunal Superior do Trabalho (TST) deu ganho de causa ao clube do Parque Antártica e liberou Max para exercer sua profissão independentemente da briga judicial dos clubes nordestinos.

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