FOLHA ESPORTE CLUBE
Saindo do armário
Depois do vexame na última rodada do Campeonato Brasileiro, com o quebra-quebra no Couto Pereira, não anda muito na moda torcer para o Coritiba. Ciente disso, o clube organizou uma campanha para resgatar o ''orgulho de ser torcedor'' coxa-branca. O lema é ''Porque eu amo ser Coritiba'' e a campanha será feita na internet, com material gráfico e vídeos, e em jornais. Alguns desses materiais já estão disponíveis no site oficial do Coxa: www.coritiba.com.br.
Controle
Foi aprovado ontem na Câmara de Curitiba, em primeira votação, o projeto de lei de autoria dos vereadores Tico Kuzma (PSB), Roberto Aciolli (PV) e Juliano Borghetti (PP) que estipula a identificação dos torcedores nos estádios de futebol da cidade. A matéria recebeu duas emendas: uma de ordem técnica e outra que obriga a manutenção de uma central nos estádios para monitoramento por imagem do público presente aos jogos. A matéria vai para segunda votação hoje. Caso seja aprovada novamente, segue para sanção do prefeito Beto Richa (PSDB).
Organizadas 1
Seis a cada dez brasileiros que não vão aos estádios voltariam aos campos se as torcidas uniformizadas fossem banidas do futebol. É o que revela pesquisa TNS Sport Brasil realizada no final de novembro nos 27 Estados e no Distrito Federal. A pergunta ''Se as torcidas organizadas fossem banidas, o senhor iria assistir aos jogos no estádio?'' foi feita àqueles que afirmaram não acompanhar as partidas in loco. Responderam afirmativamente, 61,07% dos entrevistados.
Organizadas 2
Para o torcedor brasileiro, a principal responsabilidade pela violência nos estádios são as torcidas organizadas, com 86% das citações. As autoridades de segurança pública vêm em seguida, com 7%. Curitiba, palco da mais violenta briga entre torcedores em 2009, é a terceira cidade brasileira que mais rejeita as facções uniformizadas. 91% dos curitibanos afirmam que são elas as maiores responsáveis pela violência. Santos lidera, com 95%, seguida de Florianópolis, com 91%. São Paulo ocupa a quarta posição, com 87%.





