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Sem rumo
A vinda à tona da picotação, na surdina, dos direitos econômicos do atacante Jayme deixou o presidente do Londrina, Peter Silva, preocupado. Ele fez questão ontem de chamar de ''mentirosos, maldosos e mal-intencionados'' todos os jornalistas e veículos de comunicação que divulgaram os donos do jogador. Porém, em nenhum momento exibiu documentos que comprovassem o que estava falando e, em vários momentos, se contradisse.
Não te interessa
Na rádio Paiquerê AM, ele perdeu o controle. Enquadrado pelos participantes do programa, Peter chegou a afirmar que não deve satisfações sobre o que faz com o clube.
Como assim?
Essa afirmação pode dimensionar o desespero do cartola. Como não deve satisfação? Ele não está administrando uma empresa privada e sim uma instituição que tem Conselho Deliberativo - ao menos no papel tem - torcida, tem patrocinadores - o principal é uma empresa pública -, enfim, muita gente que merece uma explicação sobre o que acontece no clube, que, vale frisar, não é desse dirigente. Peter afirmou não entender porque a imprensa quer tanto saber o que é feito no Londrina. A resposta é fácil. Porque é obrigação dela fiscalizar e cobrar, assim como é obrigação dele prestar contas.
Capivara
O próprio cartola faz de tudo para que levantem suspeitas sobre suas ações ao fazer tudo na surdina. Junta-se a isso seu ''currículo'', que tem denúncias do tempo em que presidia a Futebol Brasil Associados (FBA).
Comovente
Mais uma vez, Peter afirmou que não tem ajuda de ninguém para pagar as contas entre outras reclamações. Só para lembrar, ninguém o obrigou a assumir o cargo da primeira vez. Da segunda então, nem se fala. Se candidatou porque quis, logo após ser deposto da FBA. Aliás, só uma dúvida, se ser presidente do Londrina é tanto sofrimento, sofre tanto injustiça, por que ele não fez como o Carlos Alberto Garcia que renunciou logo e foi tocar a vida?





