FOLHA esporte clube
Forest Gump
A palavra mentira é uma das preferidas de quem comanda o Londrina. Com mentiras atrás de mentiras, o clube vai se afundando. Mais uma foi contada com relação ao garoto Jayme. Os direitos econômicos do jogador foram retalhados por debaixo do pano, sem o jogador saber. Pior que do dinheiro que entrou não foi prestado conta de nenhum centavo. Aliás, ninguém ficou nem sabendo que entrou.
Tô p. da vida
A família do jogador está p. da vida com a diretoria alviceleste. Há inclusive uma acusação de que uma assinatura da mãe do atacante, dona Jandeyse Brandão Canhado, teria sido falsificada. Amanhã haverá a audiência entre as partes. O encontro não deve ser nada amigável.
Terra de ninguém
O episódio Jayme é apenas um dos muitos que são protagonizados nos corredores do VGD na surdina. O estádio que abriga a sede do Londrina virou terra de ninguém. Lá se faz de tudo sem prestar contas a ninguém. Isso porque o lema defendido pela administração atual é o da transparência. Imagina se não fosse.
Cadê o Conselho Deliberativo?
O Londrina foi rebaixado para a Segunda Divisão do Paraná. O clube não paga seus funcionários. Ninguém presta conta do dinheiro que entra nem do que sai dos caixas do clube. A sede campestre foi totalmente abandonada. Até capivaras mortas apareceram dentro da piscina. A cada dia surge uma nova bronca na parte administrativa. Com tudo isso ocorrendo o Conselho Deliberativo não se reuniu uma vez sequer para cobrar respostas, explicações, justificativas e enquadrar quem tem que ser enquadrado. Até dia desses, a função de um conselho em um clube era de fiscalizar as ações da direção executiva e impedir que coisas como essas aconteçam. Mas, no Tubarão, só para variar um pouco, não funciona assim. Para quê conselho então?
Casa da mãe Joana
O futebol paranaense não toma jeito mesmo. São atitudes como a tomada pela direção do AFA/Foz, domingo, que fazem com que os dirigentes do Estado não sejam levados a sério. Primeiro, por aprovarem um regulamento que permite que um time não compareça a um jogo. Segundo, por no mesmo regulamento estipularem que os resultados dos jogos deste time, caso ele não vá a campo por duas vezes, sejam desconsiderados, jogando no lixo tudo o que foi feito até então no campeonato. Depois, ainda querem saber por que a torcida não vai ao estádio, porque não tem apoio financeiro das empresas. Se nem os cartolas levam a sério o futebol, por que quem está fora das quatro linhas e dos bastidores nebulosos vai levar?
Atletiba em Londrina 1
Punidos pelo STJD com a perda de um mando de jogo pela briga das torcidas no clássico, a dupla Atletiba procura locais para sediar as partidas que não poderão acontecer na Capital. Enquanto aguardam o julgamento dos recursos impetrados no tribunal, os dois clubes estudam alternativas, mas a tendência é que a escolha dos dois rivais seja por Londrina.
Atletiba em Londrina 2
Com Paranaguá e Ponta Grossa invibializadas por ficarem a menos de 150 quilômetros de Curitiba - distância mínima exigida pelo Regulamento Geral de Competições da CBF -, o Atlético pensou em mandar a partida do próximo domingo, contra o Fluminense, em Joinville, mas o estádio local não tem alvará para abrigar jogos do Brasileirão. Por isso, é quase certo que, caso a punição seja mantida, o Furacão enfrente o time carioca no Estádio do Café, talvez em rodada dupla com o jogo entre Londrina e Chapecoense. O mesmo local deve ser escolhido pelo Coxa (se a punição for confirmada) para a partida do dia 5 de agosto, contra o Santos - a outra opção do clube é levar o jogo para Florianópolis.





