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Cem dias pra quê?
O Londrina foi rebaixado para a Segunda Divisão do Campeonato Paranaense no dia 25 de março. De lá até a estreia na Série D foi um intervalo de 101 dias. Tempo mais do que suficiente para contratar reforços e prepará-los para a disputa do torneio nacional. Isso, porém, é a lógica, mas por que simplificar se podemos complicar, não é?
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No Londrina, de uns anos para cá, virou obrigação fazer a pré-temporada com um time e, quando o campeonato começar, contratar os reforços, de preferência se estiverem machucados e fora de forma, e prepará-los durante o torneio. A desculpa é sempre que não tem dinheiro para pagar salários dos jogadores enquanto se faz a preparação. Porém, se os contratos são de três meses, pelo menos, de qualquer forma o clube terá que pagar os jogadores depois, mesmo que o time seja eliminado. Com os jogadores que estão chegando agora não será assim em caso de eliminação daqui a quatro semanas?
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Mais uma vez isso vai ocorrer. Foram 101 dias para contratar e preparar o time e, agora, depois que a Série D começou, é que os reforços estão chegando. Será que é difícil de entender que isso está errado ou vamos ter que desenhar para que entendam?
Dá-lhe Coral
Alguém advinha qual foi o maior público do Brasil no fim de semana em um estádio de futebol? Não vale falar que foi no show do Roberto Carlos, sábado, no Maracanã. Foi de um jogo disputado no Nordeste sobe atentos 45 mil olhares. Não, não foi na Série A. Nem na B. Na Série C? Também não. Pois, pasmem, foi na Série D. O shou foi da torcida do Santa Cruz, no clássico pernambucano, contra o Central, que acabou empatado em 2 a 2, no Estádio Arruda, no sábado. A renda total foi de R$ 184.810. O melhor público do final de semana pela Série A do Brasileiro, foi registrado no jogo entre Grêmio e Corinthians, quando 33.688 torcedores estiveram no Estádio Olímpico.





