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Autódromo e a Stock 1
Num ano que se anunciava como o mais promissor da década em quantidade de eventos de peso em Londrina (Fórmula Truck, Stock Car, GT3 Brasil, Trofeo Maserati e Brasileiro de Endurance), veio na segunda-feira uma ducha de água fria para os amantes da velocidade na região: o anúncio de que a direção da Stock Car cancelou a prova que seria realizada na cidade dia 4 de outubro.
Autódromo e a Stock 2
A notícia não surpreende, já que nos últimos anos os repórteres da FOLHA cansaram de ouvir dos pilotos da Stock V8 reclamações de que o circuito local é ''travado'' (com curvas em velocidade muito baixa), que tem ''apenas dois pontos de ultrapassagem e poucas áreas de escapes caso os carros saiam da pista'', que o asfalto é estreito, etc. e etc. Por isso, não é de se estranhar que a direção da categoria tenha decidido riscar Londrina do calendário logo que aparecesse uma oportunidade. Ela só estava esperando um fato novo para poder usar um discurso mais plausível.
Autódromo e a Stock 3
O argumento do promotor da Stock, Carlos Col, em nota à imprensa, foi de que a realização inédita da prova de rua em Salvador, acertada há três semanas, inviabilizou a de Londrina, pois nem na Bahia nem em Londrina poderiam correr juntas as quatro categorias do evento. Daí o circuito pé-vermelho foi preterido em relação a Campo Grande, que segundo Col, tem mais estrutura de boxes para as quatro categorias, além de ter recebido reforma recente. Daí aproveitou para alfinetar Londrina, por ''problemas no asfalto'' e sem as obras que haviam sido prometidas.
Autódromo e a Stock 4
A FOLHA conversou com o piloto Leandro Totti, de Londrina, que compete na Fórmula Truck, e ele, que já correu várias vezes no Autódromo de Campo Grande, afirmou que o circuito sul-matogrossense ''realmente tem boxes mais aparelhados e mais largos que os de Londrina''. Mas ele julga que a falta de áreas de segurança (escape) é que foi o principal motivo. ''É preocupante porque outras categorias também podem dar adeus. Nossa equipe (ABF), por exemplo, está indo treinar amanhã em Curitiba porque acham que aqui os muros são próximos e se um caminhão bater o prejuízo é grande'', disse.
Basquete no Moringão
Enquanto o diretor Luiz Henrique Arns tenta em São Paulo acertar a contratação do técnico Enio Vecchi, em quadra a Associação Desportiva Londrinense (ADL), segue sua rotina de amistosos regionais que, por enquanto é a sua realidade. Hoje o time enfrenta, às 16 horas, no Moringão, o time de Campo Mourão, treinado pelo experiente Daniel Wattfy. No primeiro confronto entre as equipes, sexta passada, na casa dos adversários, a ADL venceu por 72 a 69. Os jogos são preparatórios para o Campeonato Paranaense, que inicia em julho.





