Jornalistas torcedores
A Associação de Cronistas Esportivos do Rio de Janeiro (Acerj) divulgou nesta semana uma nota oficial para puxar a orelha dos profissionais de imprensa que, durante o trabalho, não conseguem disfarçar o amor por seus clubes do coração. ''A direção da Acerj vem comunicar que a entidade está sendo advertida devido ao fato de alguns colegas estarem comemorando os gols de seus times na área descoberta da nossa tribuna de imprensa'', diz a nota.

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''Não é proibido frequentar a tribuna, por exemplo, em dias de folga no trabalho. Trata-se de uma área privativa nossa, porém, com observação pública e nela há associados em serviço e em franca produção profissional. Lamentavelmente, as reincidências poderão levar a advertências e, em casos extremos, a suspensões. Infelizmente já há um sócio punido com a suspensão de 30 dias por repetidas atitudes inconvenientes tomadas nos últimos jogos, culminando neste domingo (24/05)'', segue o texto, que arremata com a lembrança de que ''a postura profissional deve ser condição fundamental para a boa convivência''.

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E se essa moda chega ao Paraná? Se forem suspensos dos estádios curitibanos todos os locutores/comentaristas/repórteres que ficam torcendo para os seus times durante o trabalho, vai sobrar pouca gente para fazer a cobertura dos jogos de Atlético, Coritiba e Paraná.

Arrumando as malas
Decidido a mudar de ares, deixando a cidade atual rumo a Londrina, o Iraty já procurou a Federação Paranaense de Futebol para dar início aos trâmites legais para que isto aconteça o mais breve possível. Diretores e advogados do Azulão estiveram na terça-feira à noite na federação, oficializando os planos do presidente do clube, Sérgio Malucelli, de mudar de sede. Agora, correm contra o tempo para reunir todos os documentos solicitados pela entidade, que a princípio não se opõe à ideia da criação de uma terceira equipe profissional em Londrina.

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A papelada apresentada pelos representantes do Iraty agora será avaliada pelos advogados da federação, que darão um parecer, favorável ou não, à migração. Neste processo, o departamento jurídico da entidade poderá solicitar documentação complementar, mas a decisão final e a autorização para que o Azulão mude de cidade caberão exclusivamente a Hélio Cury, presidente da federação

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