Olheiro
Paulo Bonamigo, técnico da Portuguesa, foi visto no domingo no Ecoestádio, durante a goleada do J.Malucelli sobre o Paranavaí. Bonamigo estava ao lado do presidente do Jotinha, Juarez Malucelli. O treinador da Lusa estava no local para avaliar possíveis reforços para o time paulista para a Série B do Brasileiro.

Renegado
Acabou o prazo de Marlos no Coritiba. No sábado, no jogo contra o Paraná, quando o jovem meia entrou em campo (substituindo Ariel), a torcida coxa-branca ''saudou-o'' com vaias e palavrões. As especuladas negociações para a saída do jogador do Coxa azedaram as relações com os torcedores.

Desculpinhas
Ivo Wortmann, técnico do Coritiba, encontrou a explicação para o fato de o Trio de Ferro estar com cada vez mais dificuldades para vencer um campeonato regional cheio de times que têm folhas salariais muito inferiores às de Atlético, Coxa e Paraná. Em entrevista ao blog de Cosme Rímoli, no UOL, ele diagnosticou: ''O Campeonato Paranaense é muito parelho. Quem está longe pode estranhar os resultados e o equilíbrio. Mas eu explico: os grandes clubes são fortes até pela tradição. Os do interior ficaram fortes artificialmente. Ou seja: grupos de empresários milionários assumiram o clube e montaram o time. Por isso as partidas são equilibradas. Quando você analisa de longe os resultados do J.Malucelli, por exemplo, pode não entender. Mas quem é do Paraná, sabe o motivo: empresários que montaram a equipe.''

Desculpinhas 2
Wortmann está certo em parte: é verdade que os empresários, como em todo o resto do País, deitam e rolam nos clubes pequenos, que, pela falta de alternativa, topam qualquer parada. Mas, ao que consta, não havia nenhum grupo de ''empresários milionários'' por trás do Paranavaí de 2007, que atropelou o Trio de Ferro.

Síndrome de Galvão
A Globo anda precisando economizar nas patriotadas. No domingo à noite, ao anunciar as atrações da nova programação para 2009, um dos locutores esportivos da emissora vendeu os jogos da Liga dos Campeões (cujos direitos de transmissão para o Brasil foram comprados pela Globo) como ''uma oportunidade de ver os craques brasileiros que brilham na Europa''. Menos, menos. Na elite do futebol europeu de hoje, os brasileiros são coadjuvantes. É só ver a lista dos oito times que disputam as quartas-de-final da Copa dos Campeões e constatar: até tem um brasileiro perdido aqui e ali (Daniel Alves no Barcelona, Lucas no Liverpool), mas nenhum deles está entre os protagonistas do torneio.

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