Famoso quem?
Cara bastante conhecida no futebol paranaense, o ex-capitão atleticano Danilo tem sofrido no purgatório do anonimato desde que chegou ao Palmeiras. Na última segunda-feira, quando os reservas do Verdão embarcavam para se juntar aos titulares que já estavam na Bolívia desde sexta-feira, torcedores confundiram o zagueiro com o atacante Cleiton Xavier, um dos que já se encontravam na altitude de Potosí.

Fora do eixo
O caso virou notícia da Agência Estado. ''Quem é esse?'', perguntou um garoto palmeirense que estava no aeroporto, conforme relata a reportagem. ''É o Cleiton Xavier'', enganou-se seu amigo. Apesar da confusão, Danilo parece não ter se preocupado. ''Ninguém nos conhecia porque não atuávamos no eixo Rio-São Paulo'', disse o jogador, que deixou o Furacão após se indispor com o técnico Geninho por ter fugido da concentração antes de uma partida do Brasileirão.

Criadouro
Aliás, as equipes do eixo Rio-São Paulo, o futebol mais rico do País, historicamente sempre se serviram por aqui para reforçar seus elencos: é só lembrar de Lidu, Ado, Washington, Assis, Alex. E constatar que hoje brilham nos times do eixo Dagoberto, Borges, Washington, Keirrison, Kléber Pereira, Lúcio Flávio, Thiago Neves, todos com passagens pelo Trio de Ferro da capital paranaense.

Troca infeliz
O problema é que hoje a facilidade para tirar jogadores daqui é tão grande que até os pernas de pau estão sendo visados pelos grandes do Rio e de São Paulo: é só ver os casos dos palmeirenses Danilo, Maurício e Jeci, ou do botafoguense Batista (ex-Paraná, foi para o Rio com escala no Avaí). Em troca, os refugos do mesmo eixo andam assombrando os nossos gramados: Rafael Moura, Marcinho, Lenílson, Abuda...

Bolão das cidades 1
O anúncio das cidades-sedes da Copa do Mundo no Brasil, em 2014, deverá ser feito em março, em Zurique. Mas a passagem dos homens da Fifa pelo País nos últimos dias aguçou a curiosidade dos torcedores em saber qual impressão eles tiveram das cidades inspecionadas. Começam a surgir as primeiras enquetes e apostas em rodas de conversa para adivinhar quais cidades serão escolhidas.

Bolão das cidades 2
Por razões lógicas, podemos cravar São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte e Brasília. Pela onda verde: Manaus e Cuiabá (ou Campo Grande). Além dessas cidades, restariam seis vagas. Uma delas deverá ficar com Curitiba e outra com Porto Alegre. Nove cidades concorreriam pelas quatro últimas sedes, sendo que Goiânia, Belém, Fortaleza, Recife e Salvador estariam mais fortes na disputa.

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