Vai Tubarão!

A expectativa é grande em torno do segundo jogo do Londrina no Campeonato Paranaense. Se o clima ajudar, pelo menos, 5 mil pessoas devem comparecer no Estádio do Café hoje à noite para empurrar o time no duelo contra o Cianorte - um repeteco da final da Copa Paraná. Seria muito importante o Tubarão somar o maior número de pontos possível no início da competição, quando a maioria das equipes ainda não está devidamente entrosada e condicionada fisicamente.

Tabela

A tabela de jogos do Londrina não é das mais fáceis. O time terá jogos complicados fora de casa, contra Atlético, Paraná e J. Malucelli, todos em Curitiba, por exemplo. Já o confronto diante do Coritiba será no Café, porém, na última rodada, sendo que o LEC terá folgado na rodada anterior. Ou seja, é bom que o time de Mauro Madureira não deixe para confirmar a vaga na segunda fase no final. Nos dois últimos anos, a equipe perdeu pontos importantes no decorrer da primeira fase e ficou de fora na sequencia do campeonato.

Problemas na África 1

Faltando menos de 500 dias para o início da Copa do Mundo de 2010, na África do Sul - faltam exatamente 499 dias -, o Comitê Organizador ainda não conseguiu solucionar alguns problemas, como transporte, segurança e crise. O país não conta com sistema de transporte amplo, eficiente e seguro, e a realização da Copa é vista como chance de melhorar a realidade da população. O trem rápido e o novo sistema de ônibus não devem ser implantados a tempo da Copa das Confederações, em junho. O torneio é um teste para a sede da Copa-2010.

Problemas na África 2

A questão da segurança também preocupa, principalmente a Fifa. A África do Sul tem um elevado índice de crimes, como homicídios, por isso, a meta é aumentar em 25% o número de policiais até o próximo ano. Empresas de segurança privada também serão chamadas para ajudar.

Problemas na África 3

De todos, o maior problema na África do Sul, no entanto, é o mesmo do restante do mundo: a crise econômica. O lucro dos organizadores, muito provavelmente, será reduzido. Além disso, a estimativa do número de turistas durante o Mundial decaiu. A previsão foi ajustada para 450 mil pessoas, metade da projeção inicial.

Facada 1

Que depois ninguém venha reclamar que o Campeonato Paranaense é deficitário e os estádios andam vazios: os preços dos ingressos para os jogos em casa do Trio de Ferro estão fora da realidade. Para a partida de ontem contra o Paranavaí, na Vila Capanema, o Paraná Clube estava cobrando entre R$ 20 e R$ 50. Já quem quiser ver o confronto entre Atlético e Foz amanhã, na Arena, terá que desembolsar 30 cruéis. Pior fez o Coxa: para o (horrível) jogo contra o Iraty, no Couto Pereira, no último domingo, a facada variava entre R$ 30 e R$ 120 (!). Esses valores dizem respeito à entrada inteira.

Facada 2

Se esses preços fossem para os jogos do Trio de Ferro no Brasileiro do ano passado, já estariam caros: pagar tudo isso para ver os terríveis jogos do Paraná (na Série B) e do Atlético (que quase caiu para a Segundona), ou a apatia do Coritiba no segundo turno do Nacional? Agora, cobrar tanto para ver partidas de um Estadual tão ruim como o Paranaense é realmente incrível...

Maus perdedores

Os atleticanos (disfarçados ou declarados) já encontraram uma desculpa para a derrota do Furacão para o Corinthians, na final da Copa São Paulo de Futebol Júnior: a expulsão de Bruno Costa, que, na opinião dos fanáticos, seria ''injusta''. A verdade é que a TV mostrou claramente que o jogador atleticano, irritado com a pressão do atleta do Corinthians que vinha atrás, procurou se desvencilhar do adversário tentando acertá-lo com o braço. O Corinthians foi melhor durante todo o jogo, mais ofensivo, e poderia ter até feito mais gols, não fosse a falta de pontaria dos meninos do terrão. O Atlético, que ficou na defensiva a maior parte do tempo, perdeu algumas oportunidades e poderia ter vencido a decisão.

Esperança

Mais importante do que o título (ou a perda dele), é constatar que, após longo e tenebroso inverno, surgiu uma luz nas categorias de base do Atlético. Desde a safra de Fernandinho, Jadson e Dagoberto não surgia uma leva tão promissora no CT do Caju.

Esperança

O Novo Basquete Brasil (NBB), competição organizada pelos clubes com a chancela da CBB, começa hoje com a esperança de fortalecer a modalidade no País. O basquete brasileiro atravessa a maior crise da sua história e não será fácil reverter essa situação. Entretanto, com o engajamento de todos ligados ao esporte existe sim uma luz no fim do túnel. Agora, é esperar e conferir se os clubes, que há muito requeriam essa oportunidade de organizar o antigo Campeonato Nacional, têm competência para isso.

mockup