FOLHA ESPORTE CLUBE
Seleção Paranaense 1
A nova convocação do zagueiro Miranda, do São Paulo, para o amistoso entre Brasil e Portugal, dia 19, simboliza a grande participação de atletas paranaenses no time de Dunga. Foram nove os jogadores do Estado chamados para amistosos e competições oficiais pelo treinador desde 2006. Recorde no intervalo entre uma Copa do Mundo e outra. Além de Miranda, do meia Alex, do Internacional, e do atacante Alexandre Pato, do Milan (todos convocados para o jogo contra os portugueses), Dunga já chamou o laterais Rafinha (Schalke-04) e Adriano (Sevilla), os zagueiros Naldo (Werder Bremen) e Henrique (Bayer Leverkusen), o meia Thiago Neves (Hamburgo) e o atacante Nilmar (Internacional).
Seleção Paranaense 2
No último ciclo quadrienal, encerrado com a pífia participação na Copa do Mundo da Alemanha, Carlos Alberto Parreira chamou sete atletas paranaenses ou revelados por clubes do Estado. Além de Adriano e Nilmar, o ex-treinador testou o goleiro Rogério Ceni (São Paulo), o lateral Belletti (Chelsea), o volante Kléberson (Flamengo), e os meias Alex (Fenerbahçe) e Ricardinho (Al Rayaan).
Seleção Paranaense 3
Já nos tempos de Felipão, a presença paranaense limitou-se a cinco atletas. Além dos já citados Rogério Ceni, Belletti e Kléberson (destaque na conquista do Copa do Mundo de 2002), o técnico gaúcho deu oportunidade ao atacante Élber, hoje aposentado, e ao lateral Alessandro, que apesar de não ser nascido no Paraná, defendia o Atlético. Na campanha para a Copa da França, em 1998, Zagallo convocou dois paranaenses legítimos (Rogério Ceni e Élber) e um "adotivo", o atacante Oséas. Já na preparação para a Copa dos Estados Unidos, em 1994, Parreira não utilizou nenhum atleta paranaense.
Assalto
No domingo, por volta das 2 horas da madrugada, a sede administrativa do Atlético, anexa à Arena, foi assaltada. Segundo o clube, os ladrões, armados, renderam seguranças e fizeram reféns; em seguida, levaram o cofre do departamento financeiro e outros dois cofres, além de aparelhos eletrônicos. O grupo fugiu levando o carro de um dos reféns. O Atlético informou que o prejuízo não foi grande, pois o clube não mantém valores altos em dinheiro nos cofres. Além de documentos, os cofres continham talões de cheque. A polícia investiga o caso. Uma pessoa próxima ao clube comentou que funcionários do próprio Atlético são suspeitos de participação no crime.
Copa no Paraná
Lideranças políticas e de entidades representativas paranaenses participam de reuniões hoje em Brasília para discutir emendas orçamentárias para Curitiba. O foco é promover melhorias na estrutura da cidade com vistas à Copa de 2014.
Liberada
Quem assistiu ao jogo Novo Mundo 3 x 1 Juventude pela Copa do Brasil de futebol feminino, no sábado, em Curitiba, pôde ver em campo um futebol mais "arte" e bonito do que acontece em muito jogo de profissionais. Além disso, os torcedores puderam acompanhar a partida bebendo uma cerveja gelada, produto que foi proibido pela CBF em suas competições. Mas conforme um comentário no bar do estádio, "o regulamento, mesmo sendo de um torneio bancado pela CBF, não dizia nada sobre essa proibição", comemorou o torcedor, obviamente, com um copo na mão.
Emoção até o fim 1
Lewis Hamilton fez história em Interlagos, como o campeão da F-1 que garantiu a conquista mais perto do final do campeonato, o que só aconteceu na penúltima curva da prova final. Mas a categoria teve ao menos outra decisão tão emocionante. Em 1959, o australiano Jack Brabham defendia na última prova, em Sebring, nos Estados Unidos, uma vantagem de quatro pontos sobre os ingleses Tony Brooks e Stirling Moss. E, após o abandono deste último, corria tranquilo na ponta, garantindo o título. Só que quando faltavam cerca de 800 metros para o fim da prova, seu Cooper ficou sem combustível. Sem saber a posição de Brooks (que na verdade já não ameaçava seu título), Brabham pulou do carro e o empurrou até a linha de chegada, terminando a prova em quarto lugar, e desmaiando em seguida, já como campeão do mundo.
Emoção até o fim 2
Outro título decidido na última volta foi o do inglês John Surtees, em 1964. O piloto da Ferrari ocupava a 3ª posição da corrida na Cidade do México, resultado insuficiente para tirar o título do compatriota Graham Hill, que não marcou pontos na prova. Mas, atendendo a uma ordem da equipe, o italiano Lorenzo Bandini, então na 2ª posição, estacionou seu carro até que Surtees assumisse o posto que lhe valeu a taça.





