FOLHA esporte clube
Bomba-relógio 1
Fora de campo o Londrina vive momentos de tensão, uma espécie de bomba-relógio prestes a explodir. De um lado, o presidente Peter Silva e o advogado Ricardo Ramalho Cardoso, que preside o Conselho Deliberativo. Do outro, o consultor científico, Ariobaldo Frisséli, o Dedé, e o gestor Adir Leme da Silva.
Bomba-relógio 2
A briga nos bastidores envolve fatos muito mais sérios do que apenas os fatos já noticiados. A frase que mais se ouve de gente que vive o dia-a-dia do clube é ah se eu fosse falar tudo o que acontece no Londrina. Entretanto, ninguém tem coragem de vir a público e revelar o que realmente rola nos sombrios corredores do VGD.
Bomba-relógio 3
Esses fatos contribuem ainda mais para reforçar a imagem de desorganização e de falta de transparência do clube, que, como instituição, é a maior vítima e paga pela inconseqüência de quem vive nos seus bastidores.
Bomba-relógio 4
Peter Silva só falou na terça-feira porque algo vazou antes da hora. Adir prefere ficar escondido na capital paulista e coloca outras pessoas no fronte. Enquanto isso, jogadores, comissão técnica e torcida assistem a um festival de lavação de roupa suja via imprensa na semana que antecede a decisão do primeiro turno da Copa Paraná.
Bomba-relógio 5
Ontem, Dedé mostrou mais uma vez que as rusgas entre as partes estão mais fortes do que nunca. Em entrevista à Paiquerê AM, ele afirmou que enquanto o Peter estava dando entrevista, ele estava atrás de uma pousada para refugiar o time para a decisão de domingo.
Moringão em reforma 1
Bastou a Fundação de Esportes de Londrina (FEL) iniciar, há dez dias, a reforma do piso do Moringão para os treinadores das equipes se virem num verdadeiro deus-nos-acuda, todos correndo atrás de outros ginásios para tentar realizar seus treinos. O futsal feminino da técnica Vanda Sanches se limitou apenas ao ginásio da Unopar, na zona sul.
Moringão em reforma 2
Já o time de basquete da Inesul, do técnico Leitinho, está alternando os treinos entre o novo ginásio do Sest/Senat e o da AABB. Já para os jogos as exigências são maiores e por isso a indefinição é grande. A Inesul pretendia mandar no Canadá ou no ginásio da AABB as suas partidas da Copa Sul, que iniciam hoje. Mas acabou enfrentando problemas de última hora com a utilização da quadra do Canadá e na AABB falta a tabela de acrílico. A solução de última hora, encontrada ontem, por volta das 17h30, foi pedir o Ginásio do Mãe de Deus às irmãs de Schoenstatt. Já a ULB, do técnico Saviani, não tem tido problema, porque já vinha utilizando só o Canadá.
Moringão em reforma 3
O handebol da Unopar, que está em plena disputa da Liga Nacional, está enfrentando as maiores dificuldades, pois sempre usou o Moringão, tanto para treinos quanto para jogos. As duas opções que restaram são ruins: a quadra do Canadá é de madeira, mas é pequena (fora das dimensões); já a da Unopar tem 40m x 20m, mas é de cimento, dura, portanto imprópria para o handebol.
Foz x Operário 1
O Tribunal de Justiça Desportiva do Paraná (TJD-PR) se reúne hoje para, mais uma vez, analisar a polêmica envolvendo o jogo entre Foz do Iguaçu e Operário, pela última rodada da Divisão de Acesso do Campeonato Paranaense deste ano. A definição da partida chegou aos tribunais porque, em seus minutos finais, um pênalti marcado em favor do Foz que caso convertido daria a vaga para o time da fronteira revoltou os jogadores da equipe de Ponta Grossa, que abandonaram o campo antes da cobrança.
Foz x Operário 2
O caso já foi julgado pelo TJDPR e pelo Superior Tribunal de Justiça Desportiva (STJD), que declararam o Foz vitorioso, garantindo assim seu acesso para a primeira divisão, e aplicaram uma suspensão ao Operário. Os ponta-grossenses, porém, recorreram da decisão para, ao menos, se livrarem do gancho de um ano sem poder participar de competições oficiais. É este recurso que estará na pauta do TJD-PR hoje, a partir das 19 horas.
Bizarrice
Chamou atenção nesta semana a notícia de que o técnico da seleção, Dunga, e seu auxiliar, Jorginho, vão fazer visitas a clubes brasileiros e estrangeiros, com o pretexto de trocar idéias e observar jogadores. Nesta semana, serão visitados os grandes do Rio. Estão na fila os grandes de São Paulo, Rio Grande do Sul e Minas. Até aí, tudo bem. Mas não dá para deixar de perceber um absurdo: Dunga já teria marcado visita ao Avaí, de Santa Catarina. Com todo respeito ao time manezinho, será que o rival do Figueirense tem jogadores em condição de integrar a Seleção Brasileira?





