Cu­ri­ti­ba - A equi­pe da Fo­lha de Lon­dri­na ele­geu os me­lho­res do Pa­ra­naen­se. En­tre os des­ta­ques, o za­guei­ro Clei­ton, do Co­ri­ti­ba e o vi­ce-ar­ti­lhei­ro do Es­ta­dual, Bru­no Ba­ta­ta.
  Van­der­ley (Co­ri­ti­ba) - Des­ban­cou o óti­mo Ed­son Bas­tos pe­la ca­mi­sa 1 do Co­ri­ti­ba. Con­cor­reu no cam­peo­na­to com ou­tros ­bons no­mes, mas, com elas­ti­ci­da­de e boa téc­ni­ca en­cer­rou o Es­ta­dual co­mo o me­nos va­za­do.
  Li­sa (Cia­nor­te): O no­me é es­tra­nho, mas pe­la la­te­ral foi di­fí­cil se­gu­rá-lo. Há­bil e rá­pi­do foi um dos des­ta­ques do Cia­nor­te, prin­ci­pal­men­te na pri­mei­ra fa­se.
  Clei­ton (Co­ri­ti­ba): Gi­gan­te em jo­ga­das aé­reas. Por bai­xo, rá­pi­do e pre­ci­so nos de­sar­mes, sem ape­lar pa­ra as fal­tas.
  Val­dir (Cia­nor­te): O jo­ga­dor é al­to e for­te, da­que­les que as­sus­tam os ata­can­tes ­mais bai­xi­nhos. Mas não foi o por­te fí­si­co que o co­lo­cou en­tre os me­lho­res, mas a for­ma lim­pa e efi­cien­te de mar­car.
  Fa­bi­nho (Pa­ra­ná): Com co­ra­gem, ha­bi­li­da­de e ar­re­ma­tes for­tes de fo­ra da ­área, Fa­bi­nho fez o que po­de e do apa­ga­do ti­me pa­ra­nis­ta foi um dos úni­cos a bri­lhar.
  Va­len­cia (Atlé­ti­co): Fez ape­nas 12 jo­gos e se ma­chu­cou. Fi­cou de fo­ra da ca­mi­nha­da vi­to­rio­sa do Atlé­ti­co, mas não foi es­que­ci­do. Pu­de­ra. Quan­do jo­gou, te­ve a res­pon­sa­bi­li­da­de de so­zi­nho fa­zer a mar­ca­ção no ­meio, por con­ta dos tes­tes e do es­que­ma de Ge­ni­nho.
  Ju­ce­lei (J.Ma­lu­cel­li): A re­ve­la­ção do cam­peo­na­to. Bri­lhou no oc­to­go­nal ao mar­car um go­la­ço dian­te do Atlé­ti­co, em uma ar­ran­ca­da que mos­trou al­gu­mas de ­suas vir­tu­des: ex­plo­são, ve­lo­ci­da­de, bom dri­ble e opor­tu­nis­mo.
  Már­cio (Na­cio­nal): O téc­ni­co Gil­ber­to Pe­rei­ra co­man­dou um ti­me com ­bons jo­ga­do­res no ­meio e en­tre ­eles, Már­cio foi o me­lhor. Com ex­tre­ma ha­bi­li­da­de, pas­ses pre­ci­sos, o ca­mi­sa 10 in­co­mo­dou as za­gas ad­ver­sá­rias.
  Mar­ce­li­nho Pa­raí­ba (Co­ri­ti­ba): Com pas­sa­gens vi­to­rio­sas pe­lo Grê­mio, São Pau­lo e pe­lo fu­te­bol ale­mão, Mar­ce­li­nho che­gou du­ran­te o Pa­ra­naen­se co­mo ído­lo, o ­maior pre­sen­te pa­ra o cen­te­ná­rio. E não de­cep­cio­nou. Com do­mí­nio in­co­mum, as­sis­tên­cias e ­gols, o ca­nho­to jo­ga­dor com­pro­vou a fa­ma no Al­to da Gló­ria. Vi­rou o cra­que do Es­ta­dual.
  Bru­no Ba­ta­ta (J.Ma­lu­cel­li) - ­Gols de ca­be­ça, em chu­tes de den­tro e fo­ra da ­área, em co­bran­ças de pê­nal­ti, de opor­tu­nis­mo e até de bi­ci­cle­ta. Bru­no Ba­ta­ta fez tu­do is­so e na bri­lhan­te cam­pa­nha do J.Ma­lu­cel­li, a es­tre­la de­le tam­bém bri­lhou.
  Ra­fael Mou­ra (Atlé­ti­co) - Ra­fael já ha­via se des­ta­ca­do no Co­rin­thians, ape­sar da saí­da con­tur­ba­da do Ti­mão. Con­quis­tou tí­tu­los no Flu­mi­nen­se, mas nes­se Es­ta­dual, vi­rou ar­ti­lhei­ro e po­lê­mi­co, mos­trou que não é ape­nas a lín­gua que é afia­da, mas tam­bém o fa­ro de gol. Foi, com una­ni­mi­da­de, elei­to o ma­ta­dor da se­le­ção.

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