Espaço do leitor
A partir de hoje, os leitores da Folha de Londrina ganham mais um espaço para expressarem suas opiniões sobre assuntos ligados ao esporte. A coluna mostrará detalhes e curiosidades dos bastidores de eventos esportivos, dos clubes de futebol profissional e de esportes amadores.

Está chegando a hora
O assunto da semana em Londrina é o jogo entre Marília e Corinthians, sábado, no Estádio do Café. A cidade e, principalmente, os torcedores do Timão estão ansiosos pela apresentação da equipe, que está na iminência de conquistar o título da Série B do Campeonato Brasileiro.

Por que não o LEC?
Louvável a atitude do empresário Beto Scaff em comprar os direitos da partida junto ao Marília. Scaff, a diretoria do clube do interior paulista, o comércio londrinense e, claro, os torcedores do Corinthians sairão ganhando com essa iniciativa. Agora, a pergunta. Por que a diretoria do Londrina não teve essa idéia antes? Um clube que conta com um presidente (Peter Silva), com experiência na área de marketing, e um investidor com trâmite no meio do futebol (Adir Leme da Silva) deveria prever o sucesso dessa empreitada.

Faixa de torcida
É de se estranhar o surgimento de uma faixa da torcida Os Fanáticos, do Atlético, em meio aos torcedores da organizada Império Alviverde, do Coritiba, no início do segundo tempo do Atletiba, domingo. A faixa foi queimada pelos torcedores do Coxa.

PM não confirma
Isso porque durante o intervalo, após uma confusão no lado atleticano, a PM retirou a faixa da torcida Rubro-Negra. Ninguém na PM confirmou se era a mesma faixa retirada e muito menos soube explicar a aparição da faixa na torcida adversária, o que ficou no mínimo, esquisito.

Imprensa
Os profissionais de imprensa escrita credenciados para cobrir o Atletiba foram surpreendidos pela segurança ao não poderem utilizar o espaço reservado para a imprensa, além das cadeiras que já estavam ocupadas. A alegação era de que se ficassem no setor atrapalhariam quem estava no camarote, vizinho à área e, nesse caso, os ''barrados'' se misturaram ao público na arquibancada. A atitude deixa margens para dúvidas sobre a capacidade ou competência dentro do estádio para sediar jogos de uma Copa do Mundo.

Transporte coletivo
O torcedor comum e os usuários do transporte público continuam receosos quando precisam utilizar os ônibus em dias de clássicos em Curitiba. Além de rezar para que integrantes de torcidas rivais não se encontrem nos coletivos, quem precisa utilizá-los antes e depois desses jogos, se arrisca a no meio do itinerário, ser atingido por pedras atiradas por vândalos travestidos de torcedores.

Redução na violência
A repulsiva prática diminuiu no último Atletiba. Segundo dados divulgado pela Urbs, no clássico do dia 29 de junho, 19 ônibus foram depredados e, no domingo, passado, três coletivos foram atingidos pela ação dos vândalos. Por Deus, ninguém saiu ferido.

Gilmar Agassi, Rodrigo Lopes e equipe
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