Sem o apoio da Unimed, o futebol do Fluminense passa por mudanças para a próxima o ano que vem. A reestruturação começa com Fernando Simone, que deixa a coordenação da base para se tornar diretor executivo de futebol; passa por Marcelo Teixeira, gerente de futebol, acumulando funções; e termina em Cristovão Borges, que renovou contrato no sábado, de acordo com apuração do LANCE!. O treinador concordou em receber os mesmos R$ 200 mil mensais. O acerto deve ser comunicado amanhã.
O valor salarial reforça o que foi dito por Cristovão e Peter Siemsen, presidente do Flu, nas últimas semanas.
O mandatário havia dito que a renovação dependia do pedido financeiro. Já o treinador sempre comentou que não seria isso que atrapalharia nas negociações.
De fato não atrapalhou. O comandante tricolor sempre mostrou interesse na possibilidade de trabalhar com o elenco desde o início da temporada. Terá essa chance, mas será cobrado por isso.

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