Rio de Janeiro - Um confronto de times em crise. Este é o cenário para o jogo entre Fluminense e Santos, hoje, às 16 horas, no Maracanã. Os donos da casa ainda sentem a eliminação da Copa do Brasil, no meio da semana, pelo Corinthians, e agora precisam se concentrar no Brasileirão.
O Santos, por sua vez, ainda não venceu no Nacional e sofre com a pressão extra resultante dos incidentes após o empate em casa com o Goiás, na Vila Belmiro, na última rodada: o goleiro Fábio Costa brigou feio com Paulo Henrique Lima e o meia Madson saiu chorando de campo depois de ser chamado de "corintiano" por torcedores, porque havia recebido de presente uma camisa que Ronaldo usou numa partida do Timão.
No Fluminense, um jogador em especial está ainda mais pressionado que o restante do elenco: o atacante Fred, que não marca há cinco jogos. "Os times de modo geral estão jogando com um atacante fixo na frente e meias que chegam. Temos o Thiago, o Maicon, Alan, para fazer gols e temos que melhorar o rendimento. Esses jogadores podem chegar na área e resolver. Não adianta todos cobrarem só do Fred", defendeu o técnico Carlos Alberto Parreira.
Parreira deve manter praticamente o mesmo time que iniciou a partida contra o Corinthians. A única mudança deve ser o retorno de Dieguinho à lateral-esquerda. Mariano, que vinha atuando improvisado no setor, volta ao lado direito, para a saída de Eduardo Ratinho.
No Santos, Léo, recuperado de lesão, retorna à lateral-esquerda. O ala/volante Pará, que perderia a posição, é opção para o meio-campo, pois o volante Roberto Brum e seu substituto imediato, Germano, lesionados, são dúvidas. Na defesa, Eli Sabiá pode entrar no lugar de Fabiano Eller, que estaria de saída do Peixe.

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