A decepção causada pela queda à segunda divisão é apenas o começo do calvário de dificuldades que os times enfrentam para galgar o caminho de volta à divisão principal do futebol brasileiro. Sérgio Cosme aceitou o desafio de levar o Fluminense, um dos mais tradicionais clubes do futebol brasileiro, de volta à Série A do Campeonato Brasileiro. E foi logo dizendo: ‘‘Estamos na Série B e temos que nos comportar como tal. Não podemos abrir mão de jogar no nosso estádio, nas Laranjeiras, onde nossa torcida pressionará o adversário e trará o aspecto psicológico para o nosso lado’’, afirmou.
Satisfeito após a primeira vitória do time na competição, conseguida sobre o Joinville em seu ‘‘alçapão’’, Sérgio enalteceu a principal virtude da equipe: ‘‘Garra. Muita garra. Série B é isso aí, ganha quem for mais raçudo, quem brigar pela bola como quem briga por um prato de comida. Acho que o Flu está começando a incorporar este espírito.’’
Bahia - ‘‘A segunda divisão não me motivou para ir em frente com o time do Bahia’’. Esta foi a explicação que o técnico Evaristo Macedo encontrou para justificar o seu pedido de demissão do comando técnico do tricolor baiano, após a derrota de 3 a 0 para a Tuna Luso, domingo, em Belém (PA), pelo Grupo C da Série B do Campeonato Brasileiro. O Bahia, rebaixado no ano passado junto com Fluminense, Criciúma e União São João, não se classificaria hoje para a segunda fase da Série B. O tricolor baiano tem 7 pontos junto com Gama e Ceará, mas perde no critério de saldo de gols.

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