São absolutamente aceitáveis os índices de disciplina registrados até agora na 38ª Copa América. Tivemos uma expulsão a cada dois jogos. Foram apenas 11 cartões vermelhos nas 22 partidas jogadas. E a média de cartões amarelos também é baixa: 3,58 por jogo, num total de 78 ‘‘tarjetas amarillas’’ mostradas até aqui. É uma competição de nível, sem maiores baixarias. Mas, no Brasil, teríamos tido o dobro de cartões.
O time peruanoOs brasileiros fazem ‘‘figa’’ na torcida para que o México surpreenda a Bolívia, hoje à noite em La Paz. Acho muito difícil, embora os mexicanos tenham um treinador esperto e o artilheiro Luís Hernandes. Também o volante Villa e o meia Palência são ótimos jogadores, mas ainda é pouco para derrubar os embalados bolivianos. Uma derrota na partida de hoje provocaria uma tristeza enorme em toda a Bolívia. Eles já estão contando com a presença de sua seleção na decisão. Admitem até que poderão perder para o Brasil, mas fazem questão de estar na grande final. Alguns aspectos contribuem para que a gente não acredite no México que, afinal, ganhou apenas um jogo (2 x 1 sobre a Colômbia, na primeira rodada) em toda a competição. O Equador, que venceu duas partidas, já foi pra casa. Outro detalhe: nos quatro jogos que disputou, o México não fez gols no segundo tempo. Sempre começava bem, mas cai na fase final, num atestado claro de que não está bem fisicamente. Só mesmo se Luís Hernandes marcar dois gols de cara, como fez contra os colombianos. Do contrário, dá Bolívia na semifinal de hoje.Boa disciplina

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