Rio - Após a vitória na estreia pelo Campeonato Carioca, por 4 a 0, sobre o Bonsucesso, com a maior parte do time formada por reservas, o Flamengo está com delegação completa em Sucre, na Bolívia. Nesta segunda-feira, dez jogadores chegaram ao país vizinho para se unir ao grupo que enfrenta o Real Potosí, nesta quarta, pelo jogo de ida da fase preliminar da Copa Libertadores.
Além do time adversário, em meio à crise entre o técnico Vanderlei Luxemburgo e o meia Ronaldinho Gaúcho, o clube rubro-negro terá de superar também os 4 mil metros de altitude de Potosí. Desde a segunda da semana passada, 16 atletas - os principais do elenco como Ronaldinho Gaúcho, Leonardo Moura e Renato Abreu - estão treinando em Sucre, 2.800 metros acima do nível do mar.
O grupo que chegou nesta segunda terá menos tempo para se adaptar, mas entre eles somente o argentino Botinelli deverá ser titular. Ele pediu ao técnico Vanderlei Luxemburgo para jogar a estreia do Campeonato Carioca, e só viajar depois, para ganhar ritmo de jogo.
Para o meia Renato Abreu, remanescente do time do Flamengo que empatou com o Real Potosí por 2 a 2, pela primeira partida da Libertadores de 2007, a altitude ''não é nenhum bicho de sete cabeças''. ''Tenho um chute forte e aqui a bola sai mais rápida. É uma arma que o Flamengo tem de usar'', disse.

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