Rio - A desagradável experiência de 2007, quando teve que usar balão de oxigênio para os jogadores e viu alguns atletas e membros da delegação passando mal ao fim da partida, fez o Flamengo mudar completamente a logística de sua viagem à Bolívia. Precavido diante dos efeitos da altitude de 4,2 mil metros, o clube também se preocupou em minimizar os efeitos do complicado trajeto entre Sucre, onde montou sua ''base'', e Potosí.
No lugar do convencional ônibus que transporta a delegação, jogadores e comissão técnica fizeram a viagem de cerca de 160 km em 14 carros convencionais, formando um verdadeiro comboio para chegar ao treino de reconhecimento do estádio, ontem. A mesma tática deverá ser utilizada na quarta-feira, data da partida decisiva contra o Real Potosí pela pré-Libertadores.

mockup