Monza se prepara para vibrar e os ‘tifosi’ (torcedores) para alimentam suas esperanças pela Ferrari. Mas os fãs italianos poderão festejar domingo a vitória de um compatriota, Giancarlo Fisichella, da Jordan-Peugeot, no Grande Prêmio da Itália de Fórmula 1. Se esta prova for difícil para a Ferrari e Michael Schumacher, no rápido circuito milanês, o jovem piloto italiano pode se revelar como um aliado de peso para a escuderia e para o piloto alemão, na disputa pelo título mundial.
A Jordan-Peugeot parece disposta a se pôr no caminho dos Williams-Renault, de Jacques Villeneuve, rumo ao êxito. Ralf Schumacher e Fisichella se mostraram os mais rápidos nos testes privados no circuito italiano na semana passada. E Fisichella, quarto em Ímola, terceiro no Canadá e segundo há quinze dias em Spa-Francorchamps, está disposto a obter, em sua terra, sua primeira vitória, com mais possibilidades do que seu companheiro de equipe.
‘‘Chego a Monza como quem chega em casa, diz Fisichella. Corri muito na F-3, e tive ocasião de pilotar o Jordan-Peugeot em testes privados e foi bem. É um circuito que se pode comparar ao de Hockenheim onde o Jordan-Peugeot se mostrou muito forte’’, disse. Com dificuldades no início da temporada, Giancarlo Fisichella agora se encontrou. Começa sem dúvida a adquirir essa experiência sem a qual nada é possível. Na F-1 sobretudo.
Michael Schumacher, e o grande Ayrton Senna, tiveram antes dele o mesmo problema. ‘‘A principal dificuldade quando se integra uma equipe de primeiro plano como a Jordan-Peugeot, é que os bons resultados são obrigatórios e isso se percebe em cada teste, em cada Grande Prêmio’’, diz Fisichella.

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