FIORI LUIZ
Anos de ouro
Da série ''eu era feliz e não sabia'', ontem, dia 15, há 32 anos, o Londrina vencia o Corinthians Paulista, no Estádio do Café, por 1 a 0, gol de Carlos Alberto Garcia. Foi pelo Campeonato Brasileiro de 1977, que terminou em 1978, quando o então Tubarão foi o quarto colocado do Brasil. Foi o recorde de público no Café: mais de 54 mil pagantes.
Muro da discórdia
A comissão de vistorias da Federação insiste na construção de um muro de quase 800 metros ao redor do Estádio do Café. O estádio foi inaugurado em 1976 e tivemos jogos do Brasileiro da Série A, da Série B, Copa do Brasil, Pré-Olímpico, amistoso da seleção. E sem muro. Ao lado tem o autódromo e o kartódromo. Nunca tivemos problemas. Agora, as outras reformas, tudo bem. São necessárias.
E agora, Nacional?
O grupo do Rio de Janeiro deu no pé. E teria deixado uma dívida de R$ 400 mil. Quem vai assumir esse débito? O Nacional? A Royal Player? Quem ficou na pior foi o Sidcley Menezes que andou avalizando para o grupo carioca, contas em gráfica, restaurantes, etc. Até o Tigrinho, que cuidava da segurança nos jogos, ficou a ver navios.
Lar, doce lar
O Londrina já tem uma casa. O grupo que assumiu alugou o CT do Nichika, ali no patrimônio Espírito Santo. Tem dois campos, piscina, alojamento. Mas precisa de reformas. O terreno pertence ao ex-diretor do Londrina, Júlio Lemos. Dentro de 15 a 20 dias, o time deixará Campo Mourão. Para a partida de volta contra o Uberaba, dia 10 de março, o LEC já estará na nova residência.
Rapidinhas
* O empresário carioca que assumiu o Nacional, morava num hotel em Londrina. E por pouco não ficou sem o carrão importado de R$ 280 mil.
* É que os dirigentes do Nacional queriam segurar o veículo como garantia da dívida. Mas, esperto, o carioca se mandou momentos antes do pessoal chegar ao hotel.
* Quem chega no VGD leva um susto. Está abandonado, grama alta, sujeira. Vai acabar sendo ocupado por mendigos e cheiradores de cola.
* Futebol marmitex. Média de público no Estadual: 2.030 pagantes por jogo.
* Engenheiro Beltrão, apenas um ponto ganho, vai precisar vencer cinco dos seis jogos que restam se não quiser ser rebaixado.
* Nacional, Serrano, Cianorte e Toledo, também estão ameaçados.





