Guerra política
Afinal, Curitiba vai ou não vai ser uma das sub-sedes para a Copa do Mundo de 2014? Enquanto o presidente da CBF, Ricardo Teixeira, e o senador Alvaro Dias continuam se estranhando (lembram da CPI do Futebol?), a comitiva paranaense apresentou o projeto aos representantes da Fifa, Hugo Salcedo, Walter Gagg, Jaime Bayrom, Jorge Batista e Jaimme Yarza. Todos eles aplaudiram a exposição. Um vídeo mostrou a Arena, os pontos turísticos e a maquete de como ficará o estádio após a ampliação da capacidade, hoje de 26 mil lugares, para 41.300.

FAZIA TEMPO
E não é que o Londrina é líder da Copa Paraná? Nos últimos tempos, é novidade. As duas vitórias fora de casa credenciam o time a brigar pelo título do primeiro turno. Restam mais quatro jogos: Nacional e Foz do Iguaçu, no Estádio do Café, e Cianorte e Atlético, fora. Com a chegada do meia Renatinho para compor o trio dos baixinhos, a habilidade passa a ser a grande arma. Ele, Uéverson e Júnior Santos, dão o toque refinado do meio campo para a frente.

Pode ou não pode?
O terreno onde fica a Sede Campestre do Londrina Esporte Clube foi conseguido pelo ex-presidente Carlos Antonio Franchello, quando o governador era Moisés Lupion. À época, era Londrina Futebol e Regatas. E o Franchello sempre disse que ninguém poderia vender em função de uma cláusula de inalienabilidade, isto é, intransferível. Mas há quem afirme que uma Assembléia Geral teria poderes para liberar o terreno. Por que levantar o assunto? Para evitar que, na calada da noite, algum espertinho faça negócio com aquele patrimônio.

Rapidinhas
* Que papelão, hein Corinthians? Estádio cheio, torcedor que viajou 500 km, festa antecipada. E aquela bolinha contra o Marília?
* Graças ao jogo da Série B, o Estádio do Café passou por uma boa reforma. Melhor para o Londrina.
* Que os promotores possam trazer novos eventos. Quem sabe um jogo da seleção de vôlei ou de basquete? Faz tempo que não se vê o Moringão lotado.
* No jogo de sábado, três ex-jogadores do Londrina: o goleiro Alencar e o zagueiro Fernando, do Marília, e Perdigão, do Corinthians.
* Aliás, Perdigão lamentou a situação do Londrina, hoje um time sem-vaga. E pediu a união dos empresários para levantar o time, hoje arrendado.
* Zeferino Pasquini viveu, sem dúvida, a maior emoção de toda a sua vida ao receber homenagem do Corinthians e do Marília.
* Ele jogou nos dois times. Veio para o Londrina em 1957 e estreou justamente contra o ex-clube, o Corinthians, no VGD (Londrina 5 a 3).
* Aos 72 anos, Zeferino é um patrimônio do futebol londrinense. A Fundação de Esportes está de parabéns pela iniciativa.
* Uma no cravo, outra na ferradura: por que é que o município ainda não prestou uma homenagem à nossa campeã, Natália Falavigna?

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