FIORI LUIZ
Tal pai, tal filho
No Estadual, o time profissional do Londrina, começou muito bem. Na hora do ''vamos ver'' afinou, caiu de produção. E terminou num vexatório 12º lugar. O time Júnior, que disputa a Copa Tribuna, imitou. Após a vitória em Cianorte, tinha tudo para ir ao quadrangular final. Acabou empatando com as duas piores equipes do grupo. E um novo empate contra o Cianorte, no Café. Ainda tem chance? Matematicamente, sim. Precisa ganhar do CAC Lusa, amanhã, e torcer para uma derrota ou empate do Cianorte, em casa, diante do Operário. Um milagre, enfim.
Lado positivo
Mesmo que não consiga vaga para o quadrangular, é preciso reconhecer o trabalho do Udélton Prates e do técnico Claudinho. Há muitos anos que o trabalho de base não era tratado com seriedade. Alguns jogadores se destacaram. Porém, ficou provado mais uma vez: muito elogio dá no que deu. Vários atletas acharam que eram craques. E aquele time guerreiro da primeira fase, virou um time apático, sem garra.
Pára ou continua?
Ariobaldo Frisselli apresentou o seu projeto ao investidor Adir Leme da Silva. Se adotado, pode ser a salvação do clube. Tudo se resume numa palavra: organização. E seria preciso investir em torno de R$ 150 mil por mês, sendo uma parte para ir quitando as dívidas trabalhistas. Após, é claro, um acordo com a Justiça do Trabalho.
Saco sem fundo
Quem conversa reservadamente com Adir Leme da Silva, ouve muitas queixas. É muita dívida. Todo dia tem contas para pagar. E as cotas de patrocínio acabam sendo bloqueadas pelos credores. O que acaba afugentando os parceiros. Adir fez reuniões com o presidente Peter Silva, com o presidente do Conselho Deliberativo, Fábio Theóphilo, e com alguns amigos empresários. Ele gostaria de continuar, mas onde conseguir R$ 150 mil por mês, com o time sem calendário? Até hoje, Adir não tem contrato com o Londrina. É tudo na base da conversa. Isso é amadorismo. Quem investe quer segurança. Quer controlar as finanças, quer organizar, planejar.
Rapidinhas
* Os corintianos Francisco Simões, Huber da Guia Rosa, J. Mateus e Tatinha já estão antevendo o timão em Tóquio. Calma. Primeiro é preciso passar pelo Sport.
* Os poucos torcedores do Fluminense em Londrina é que estão vibrando. Um deles é o Adolfo Paranaguá.
* Já, os botafoguenses, José Flávio Garcia e Edgard Arantes, estão desolados.
* Recebi do Sérgio Roberto Rolla, do grupo Júnior Team, o livro '' Condenado a Falar - De A a Z, Pólvora Pura'', do polêmico jornalista Jorge Kajuru. Explosivo. Perguntas polêmicas, respostas bombásticas.
* Kajuru conta fatos do rádio, televisão, política, futebol. Fala dos amigos e dos inimigos. E, principalmente, os processos quando dirigia a Rádio K, de Goiânia.
* Ao invés de trazer gente de fora para a gerência de futebol, por que é que o Londrina não aproveita ex-jogadores do clube, como Marinho, Márcio Alcântara, Zequinha, Pinheiro e Tatá. Para citar alguns.





