No embalo
Mesmo com deficiências em alguns setores, o Londrina vai somando pontos importantes. Disputou 12 e ganhou 10. E quem vê a tabela de classificação, nem acredita: o Tubarão é o segundo colocado. Há anos que o torcedor não comemorava uma boa campanha. Mas é apenas o começo. Nada de euforia exagerada. Falta muito ainda para a classificação entre os oito.
Projeção
Na seqüência, os adversários serão Iraty, em casa, Iguaçu e Real Brasil, fora, e Rio Branco, em casa. Desses 12 pontos em disputa, mantendo o mesmo ritmo, o Londrina pode somar mais 8, com duas vitórias em casa e dois empates fora. Com 18 pontos, o time começará a enfrentar adversários mais qualificados: Atlético, Toledo, Paranavaí e CAC/Lusa, fora; J. Malucelli, Adap Galo e Coritiba, em casa. Serão 21 pontos em disputa. Se conseguir mais 10, por exemplo, terminará entre os quatro primeiros.
Falta de respeito
As leis, que obrigam a execução dos hinos Nacional e do Paraná antes das partidas, têm se caracterizado pela total falta de civismo. Bandeiras de um lado e jogadores perfilados de outro, olhando para a torcida; hinos executados pela metade e cortados de forma abrupta (como domingo no Estádio do Café). O hino só orquestrado pode ser rodado pela metade. O cantado, não. Aliás, quando é que vamos aprender que não se pode bater palmas após a execução do Hino Nacional?
Degola
Quatro rodadas foram suficientes para derrubar dois técnicos. Dirceu Mattos saiu do Paranavaí. E Itamar Bernandes deixou o Rio Branco e já se ajeitou no Paranavaí. Dirigentes do Rio Branco, CAC/Lusa, Paraná, Paranavaí e J. Malucelli estão preocupados e, embora faltem 11 rodadas, qualquer descuido pode significar rebaixamento para a Segundona.
Rapidinhas
- Engenheiro Beltrão perdeu as duas últimas partidas. Mas tem um time certinho, com destaques para Eurico, Tiaguinho, Safira e Élton.
- No Estádio do Café é comum a presença de casais, mulheres e crianças. Bem diferente do VGD.
- Danielzinho caiu no gosto da torcida. Ele entra no segundo tempo e inferniza os zagueiros. Lembra o Nelsinho, que jogou no Londrina em 1998 e era chamado de ‘‘Chaveirinho’’.
- Nos dois jogos do Londrina, aproximdamente dez mil pagantes. O suficiente para alegrar os cambistas que atuam livremente. Eles compram ingresso antecipado a R$ 5 e vendem a R$ 8.
- Apesar da boa campanha, Jorge Saran sabe que precisa dar uma ajeitada no meio-campo. E corrigir a seqüência de passes errados.
- Rafael Akai e Zé Ilton juntos? Experiência não deu certo.
- Bruno Otávio, Marcel, Perdigão, Lulinha, Dentinho e Ratinho. Pobre Corinthians!
- Você sabia que o Perdigão jogou no Londrina? Foi em 1999.

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