Mudança de nome
Em Curitiba já se fala numa nova entidade para substituir a atual Federação Paranaense de Futebol. Algo como FFPP - Federação de Futebol Profissional do Paraná. Pra que mudar o nome? Basta afastar todos aqueles que, de forma direta ou indireta, contribuíram para a desmoralização da Federação. E estabelecer um novo conceito administrativo, com gente séria.
Reconstruir
Já que querem separar o futebol profissional das ligas amadoras, no que concordo plenamente, é só mudar o estatuto. Mas antes é preciso uma intervenção, seguida de uma auditoria. Ninguém deve permanecer, nem o atual presidente-tampão. Ou muda tudo, ou fica como está. Com a palavra aqueles cartolas que ainda acreditam em moralidade. Apesar de que moralidade, honestidade, ética, estão em extinção neste país do '' não sei de nada''.
Quem fica?
Dos 40 jogadores que jogaram pelo Londrina na Copa Paraná, a maioria já se mandou. Ainda restam uns 20. Devem permanecer para 2008, Marcos, Airton, Wilson, João Paulo, Diego Mineiro, Zé Ilton e Bruno Mineiro, além dos garotos Rodrigo, Luis Paulo, Altino e Neto. Mas dizem que Rodrigo estaria sendo negociado. Quem está por trás da negociação? Qual a participação do clube? É bom usar de transparência.
Cadê a base?
Nos dois últimos anos, quais foram os jogadores revelados no trabalho de base? Do time que disputou a última Copa São Paulo, quem ainda está no clube? O Londrina só conseguiu algum sucesso quando tinha no elenco vários jogadores da casa. Quando começou a importar, se deu mal. Principalmente nos últimos seis, sete anos. Mas parece que os dirigentes não aprendem.
Gerentão
O insucesso na Copa Paraná pode ser facilmente explicado. Faltou rédea curta. E sobraram panelinhas e baladeiros. Antes de pensar em técnico é preciso contratar alguém do ramo para cuidar do futebol. Um profissional que não deixe formar igrejinhas, que imponha disciplina e que na hora de contratar saiba diferenciar o profissional, do boleiro irresponsável e desagregador.
Rapidinhas
- Nomes dentro desse perfil? Dorival Pagani, por exemplo. Foi o último presidente campeão estadual. Está na Portuguesa. E, pasmem, é tido como ''persona-non-grata'' no Londrina.
- Outro? Adriano Coelho, hoje no Noroeste, de Bauru? Mais um? Aldivino Generoso da Silva.
- Foi um choque quando anunciaram a morte da Tertuliana Maccagnan, a Rosa. A Rosa do Fórum, dos bares no Estádio do Café.
- Sempre alegre, era querida nos meios esportivos e políticos. Bertola, o marido, foi um dos maiores nomes do futebol amador. O filho, Júnior, é técnico de futebol de salão.
- Lá se foi a Rosa, aos 60 anos. Não conseguiu driblar a infecção hospitalar. Vai ser sepultada hoje, 9 horas, no Cemitério São Pedro.

Fiori Luiz
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