FIORI LUIZ
Benzer geral
Até parece feitiço. A vida do Londrina Esporte Clube não tem sido fácil. É uma sucessão de desencontros, versões, desmentidos, contratos e distratos. Começou com a parceria com o Grupo Massa que, bem ou mal, colocou algum dinheiro nos cofres do clube. Mas há quem questione, por exemplo, a venda do Alan ao Fluminense, já que não revelaram valores.
Benzer geral (2)
E veio o Kiko. Deixou o Roma Apucarana e chegou como o salvador da pátria. Em pouco tempo, puxou o freio do entusiasmo e deu no pé. Foi estruturar o trabalho de base em Arapongas. Por que se mandou, ninguém explicou.
Benzer geral (3)
Kiko, porém, deixou a sua marca ao trazer o Adir Leme da Silva. Que virou o faz-tudo, o homem forte. Paga dívida aqui, dá um vale ali, e já se foram três talões de cheque. Adir tem contrato com o Londrina? Não. Tudo na confiança. Ele acredita na ressureição do time. E pelo menos está ajudando.
A divisão
Por mais que tentem desmentir, o próprio Adir admitiu que fica difícil administrar um clube onde o profissional está de um lado, o trabalho de base de outro, e ainda tem uma escolinha na sede campestre que, à princípio, seria independente. Ou não?
Gota d'água
Por fim, a parceria com o Colégio Londrinense e a formação de um consórcio. Pela primeira vez, tinha-se a impressão de que o trabalho de base estava em boas mãos, com uma instituição de ensino séria e tradicional por trás. Eis que, na edição de ontem, o jornalista Thiago Mossini confirmava o que já vinha sendo especulado: o fim da parceria. Cujos detalhes serão revelados provavelmente ainda hoje, numa coletiva.
Pior no campo
Essa turbulência interna reflete no campo. De janeiro do ano passado até agora, nenhuma conquista. Campanhas fracas nas quatro competições do time profissional. E o pior: os times juvenil e júnior também fracassaram.
Hora de reflexão
Tudo isso entristece os que amam o Londrina. Mas esses desacertos podem e devem servir de bússola para que o presidente Peter Silva sinalize com alguma luz no fim do túnel. Todos querem o Londrina de volta à Série C. Depois na Série B. E quem sabe, um dia, na Série A, seu verdadeiro lugar.
Desabafo
Ontem, no programa Bate Bola, da Paiquerê AM, o ex-presidente Marcelo Caldarelli disse que levou Diego Macedo e a noiva até Americana (SP). E que o jogador ficou por lá, já que teria compromisso com duas pessoas de Londrina que prometeram levá-lo para o futebol da Bélgica. O sobrinho do veterano Macedo simplesmente sumiu. Será que o Londrina vai perdoá-lo?





