FIORI LUIZ
Londrina dividido
Não há como negar. O Londrina Esporte Clube está dividido em várias partes. Explico. O futebol profissional tem como homem forte Adir Leme da Silva. O trabalho de base (infantil, juvenil e júnior) foi terceirizado: a empresa Talento mantém a estrutura e tem 50% dos direitos dos atletas. E tem ainda, a escolinha na sede campestre, administrada pelo vice-presidente Agostinho Garrote.
Londrina dividido (2)
Existe ainda um tal consórcio, no qual 15 cotistas ficariam com 25% da parte do Londrina. Sem unificar o clube, como esperar bons resultados? Ninguém fala, mas é visível a falta de entendimento entre os responsáveis pela Talento e o departamento profissional do time. E não faltam críticas ao Adir, Kiko e companhia. Alguém duvida que existe um racha?
Quem paga?
O diretor Adir Leme da Silva pagou, do bolso, contas de água e luz do VGD. E quem mais utiliza o estádio é o trabalho de base que tem ali a república. O presidente Peter Silva, que anda calado ultimamente, precisa tomar pé da situação antes que o pior aconteça. Essa divisão só prejudica o clube. No fim, todos vão perder.
Jogou no LEC
Na entrevista à Rádio Paiquerê AM, uma revelação que causou surpresa: o diretor de futebol Adir Leme da Silva jogou no time dente-de-leite do Londrina, em 1969. Ele veio de Maracaí (SP), com 11 anos, e ficou na casa de uma tia. Depois, foi juvenil do Palmeiras, e como profissional jogou no Operário de Ponta Grossa em 1975 e 76.
Galo forte
Não dá para tirar o favoritismo da Adap Galo no jogo contra o Londrina, domingo, na decisão da Copa Norte. O Alvinegro, que disputará a Série C, tem bons jogadores, como Rodrigo, Russo, Doriva, Cipó e Ratinho. Mas o Londrina sempre cresce quando tem rivalidade.
Passaram pela Lusa
Você sabia que três jogadores famosos tiveram uma passagem curta pela Portuguesa Londrinense? São eles: goleiro Gomes, do PSV; zagueiro Anderson, ex-Corinthians, e atualmente em Portugal, e o meia Lucas, que se despediu do Grêmio na partida contra o Boca Juniors.
E o Grêmio?
Um empresário, chamado Aurélio Almeida, comprou a marca Grêmio de Esportes Maringá. Dizem que teria pago em torno de R$ 200 mil. Mas o que interessa é saber que fim levou o nome do time, tão tradicional? Não dá para resgatar? Com a palavra a torcida maringaense.
Boca assusta
Todo time brasileiro que joga contra o Boca Juniors entra em campo com medo. Foi assim com o Grêmio. Os argentinos só não tinham vez com o famoso Santos, que tinha um ataque formado por Dorval, Mengálvio, Coutinho, Pelé e Pepe.





