Garotada de futuro
  Se o Londrina segurasse o atual time júnior por uns dois anos, o futuro seria mais promissor. Porém, como sempre acontece, a necessidade fala mais alto e o time acaba desfeito. Sem falar que metade do elenco pertence ao Astral, do Grupo Massa. Estive em Embu das Artes (SP), no jogo contra o Juventus, e gostei do que vi. Alisson, Marcelo, Hélder, Warley, Alan, Rodolfo, Gustavo, estão chamando a atenção de vários empresários.

Tem chances
  Com três pontos e dois gols de saldo, o Londrina vai precisar ganhar do Força, de preferência com dois ou mais gols. Com seis pontos e um bom saldo, tem tudo para se classificar pelo índice técnico. É bom saber que 22 se classificam diretamente, como campeões dos grupos, e mais dez por índice técnico.

Viu e gostou
  Estádio acanhado, gramado ruim, e uns 500 torcedores no estádio de Embu das Artes. Entre eles, um chamava a atenção. Chinelo de dedo, bermuda, camiseta branca e boné. ‘‘É ele, é ele...’’, era o comentário. Ele era o Carlos Ratinho Massa. Foi ver de perto os garotos do Astral e, em especial, o atacante Alan. Torceu bastante. E disse que pretende continuar a parceria com o Londrina.

O projeto do Brunoro
  Acabou a parceria com o Juventus. Daqui para a frente, o time passa a se chamar Pão de Açucar E.C. Com uma estrutura invejável, a meta é chegar à Primeira Divisão do Paulistão. É um projeto para dez anos. No trabalho de base, eles têm alguns jogadores diferenciados, que poderiam jogar em qualquer time profissional do Brasil: Wellington, lateral-direito; Everton, zagueiro de área, e principalmente o atacante Bruno Andrade, 17 anos, que no Campeonato Paulista Sub-17, marcou 58 gols.

Rapidinhas
- Os cartolas não aprendem mesmo. Cobrar R$ 10 para ver jogos do Estadual, é um assalto.
- Por que a Portuguesa não coloca uma mesinha no Calçadão para vender ingressos? Bota lá bandeiras dos dois clubes. Faz um agito.
- Londrina entra na Timemania pelo ranking da CBF. Será um dos 100 clubes na nova loteria. A receita é para pagar dívidas com o INSS.
- Nestes tempos de Copa São Paulo, a gente lembra de 1994. O Tubarãozinho foi quarto colocado.
- A Copinha virou bagunça. São 88 times. Na segunda fase, mata-mata. A politicagem tomou conta.
- Time do Acre, por exemplo, viaja 72 horas de ônibus. Faz três jogos e já pega o caminho de volta.

Fiori Luiz
[email protected]

mockup