FIORI LUIZ
Boa notícia
Em meio a tantas decepções e incertezas, o Papai Noel resolveu atender o pedido do presidente Peter Silva. A Sercomtel deve voltar a patrocinar as camisas do Londrina, a partir de janeiro. Dizem que teria sido assim: Carlos Ratinho Massa falou com Roberto Requião, que falou com Nedson Micheleti. Se a versão é verdadeira, não vem ao caso. O importante é a volta da Sercomtel.
Quem será?
Depois de várias ameaças, Lio Evaristo acabou deixando o Londrina. E deve acertar hoje com o Roma Apucarana, que conquistou vaga no Brasileiro da Série C e na Copa do Brasil (em 2008). Com o fracasso na Copa 100 Anos e sem perspectivas para 2007, ele preferiu sair do LEC. Quem será o substituto? Claudemir Sturion, ex-Roma? Roberto Fonseca? Freitas Nascimento? Ou é alguém indicado por empresários do Rio de Janeiro?
Pacote
No sábado, a reunião de Peter Silva com membros da comissão técnica durou mais de três horas. De uma lista com oito nomes, ficaram quatro. Ontem, era forte o comentário de que um grupo carioca poderia indicar o técnico, o auxiliar, o treinador de goleiros e o preparador físico, além de cinco ou seis reforços. Até ontem à tarde, nenhuma novidade.
Massa continua?
Nos próximos dias a diretoria do Londrina vai se reunir com os dirigentes do Grupo Massa. Na pauta, renovação do contrato para 2007. Uma coisa é certa: o presidente do LEC vai solicitar um aumento no repasse mensal, hoje em torno de R$ 40 mil.
Um vencedor
Caio Júnior nasceu em Cascavel. Depois de uma breve carreira de jogador, virou treinador. Do Cianorte veio para o Londrina. Aqui, teve o tapete puxado. No Paraná Clube, o reconhecimento. Agora, o desafio de dirigir o Palmeiras, clube que vive em constante turbulência. Caio é sério, um estudioso do futebol. Merece vencer.
Na quadra
Enquanto a Unifil mostra ao Brasil como é que se joga handebol, no basquete as coisas não andam bem. Com uma receita mensal em torno de R$ 20 mil, fica difícil disputar de igual para igual com equipes que investem R$ 120 mil, 150 mil. E ainda bem que tem a ajuda da Inesul. Caso contrário, o basquete londrinense já teria desaparecido. E são as duas modalidades que mais divulgam a cidade, com transmissões pela TV para todo o Brasil.
É hoje!
Parceria é a palavra de ordem. Portuguesa e Globalcom podem bater o martelo. Aliás, essa empresa conversou antes com o Londrina. Foram duas reuniões. A maior exigência era um contrato de sete anos. Seria como um arrendamento. Com a Lusa, as condições devem ser diferentes.
Fiori Luiz
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