Rio - O local de distribuição de ingressos da Fifa no centro do Rio de Janeiro ganhou uma proteção extra nesta quinta-feira, temendo que os protestos possam afetar a segurança dos bilhetes e dos funcionários da entidade. O organismo que controla o futebol mundial ainda emitiu uma solicitação para que os torcedores busquem outros centros de coleta das entradas da Copa das Confederações, como por exemplo no aeroporto.
A distribuição estava sediada no Hotel Windsor Guanabara, no centro do Rio de Janeiro e um dos locais de concentração das manifestações. Nos últimos dias, o hotel já havia coberto a sua porta com placas de madeiras e reforçou a segurança interna. Nesta quinta, policiais foram colocados nas portas do centro de distribuição de ingressos.
Oficialmente, a Fifa insiste que não há problemas de nenhum tipo em relação aos protestos e o evento. Mas a informação que torcedores receberam por e-mail revelam outra situação.

Investigação
A Fifa confirmou nesta quinta que a polícia está investigando um incidente em que os jogadores da seleção espanhola dizem que foram furtados no hotel onde se hospedaram no Recife para a sua estreia na Copa das Confederações - a vitória por 2 a 1 sobre o Uruguai no último domingo, na Arena Pernambuco.
Porta-voz da Fifa, Pekka Odriozola disse que não tinha detalhes do suposto furto, revelado pela imprensa espanhola, aos jogadores. Além disso, a porta-voz da seleção espanhola evitou comentar o assunto.
De acordo com o jornal esportivo espanhol Marca, seis jogadores da seleção, incluindo o zagueiro Gerard Piqué, foram furtados em seus quartos. Os criminosos teriam agido quando o elenco estava fora do hotel. Os jogadores teriam notado o furto apenas na última segunda, antes da viagem para o duelo contra a seleção do Taiti, no Rio de Janeiro.
Piqué teria sido o primeiro a alertar para o sumiço de dinheiro e pertences, enquanto que os outros só perceberam o incidente quando preparavam suas malas para a viagem. Alguns deles, teriam perdido até mil euros (aproximadamente R$ 3 mil).

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