Pa­ris - O téc­ni­co da se­le­ção ar­gen­ti­na, Die­go Ma­ra­do­na, par­ti­ci­pa­rá de uma au­diên­cia na se­de da Fe­de­ra­ção In­ter­na­cio­nal de Fu­te­bol (Fi­fa), no pró­xi­mo do­min­go, em Zu­ri­que, Suí­ça, co­mo par­te do pro­ces­so dis­ci­pli­nar aber­to de­vi­do aos im­pro­pé­rios por ele des­fe­ri­dos ­após a clas­si­fi­ca­ção da se­le­ção ar­gen­ti­na pa­ra a Co­pa do Mun­do de 2010. Ma­ra­do­na se­rá ou­vi­do um dia de­pois do amis­to­so de seu ti­me con­tra a Es­pa­nha.
  Téc­ni­co na­cio­nal des­de no­vem­bro de 2008, Ma­ra­do­na foi par­ti­cu­lar­men­te gros­sei­ro em Mon­te­vi­déu no dia 14 de ou­tu­bro, ­após a vi­tó­ria da Ar­gen­ti­na por 1 a 0 con­tra o Uru­guai que ga­ran­tiu sua va­ga na Áfri­ca do Sul-2010. ‘‘Es­ta clas­si­fi­ca­ção é uma li­ção pa­ra os que não acre­di­ta­ram na se­le­ção, pa­ra os que me tra­ta­ram co­mo ­lixo’’, dis­se Ma­ra­do­na de­pois do jo­go. ‘‘Ho­je es­ta­mos no Mun­dial, sem a aju­da de nin­guém e com to­das as hon­ras. Àque­les que não acre­di­ta­ram, que chu­pem (...).
  ­Dois ­dias de­pois, a Fi­fa de­ci­diu ­abrir um pro­ces­so dis­ci­pli­nar pa­ra de­ci­dir o que fa­zer. ‘‘Se­gun­do o ar­ti­go 58.a, qual­quer um que aten­tar con­tra a dig­ni­da­de de ou­tra pes­soa por ­seus ­atos ou ­suas pa­la­vras de­ve ser ­punido’’, in­di­cou Jo­seph Blat­ter, pre­si­den­te da fe­de­ra­ção.
  As pu­ni­ções pre­vis­tas são uma sus­pen­são ‘‘por um mí­ni­mo de cin­co ­partidas’’, uma proi­bi­ção de aces­so aos es­tá­dios e uma mul­ta de ‘‘pe­lo me­nos 20 mil fran­cos ­suíços’’ (13 mil eu­ros).

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