Fiascos marcam cerimônias de abertura
Atenas - Pombas da paz que queimam vivas ou problemas mecânicos foram alguns dos momentos memoráveis da história da cerimônia de acendimento da pira olímpica. O ponto culminante de toda abertura ocorre quando a tocha é conduzida ao estádio, encerrando sua viagem 'maratônica' ao redor do mundo.
A cada edição, os organizadores se esforçam para criar formas novas e mais engenhosas de acender a pira, onde a chama permanece acesa durante os 17 dias de competição. Mas a história recente recomenda métodos menos elaborados para acendê-la.
O incidente mais lembrado ocorreu em Seul-88, quando dezenas de pombas brancas soltas na cerimônia inaugural pousaram na pira olímpica e, quando a chama foi acesa, muitas foram queimadas vivas.
Em Barcelona-92, os espanhóis treinaram um arqueiro para que disparasse uma flecha, cuja ponta em chamas deveria acender a pira. À primeira vista, tudo correu bem. Mas um exame mais detalhado revelou que a chama se acendeu automaticamente, pois a flecha passou a vários metros do alvo. (France Presse)





