São Paulo - A Federação Internacional de Automobilismo (FIA) decide hoje na sua sede, na Place de la Concorde, em Paris, o vencedor do 32º GP Brasil, terceira etapa do Mundial, disputada domingo em Interlagos. Todos os interessados foram convidados a estar presentes no julgamento. Se a classificação final for revista, as alterações no resultado atingirão também não só o primeiro e segundo colocados.
A reunião entre os comissários desportivos da corrida de São Paulo está marcada para as 11 horas de Paris, correspondente às 6 horas de Brasília. Não será necessário muito tempo para que se chegue a uma conclusão a respeito da classificação final do GP Brasil. Os comissários irão confrontar os dados da cronometragem com as imagens quadro a quadro da trajetória de Giancarlo Fisichella, da Jordan, em seguida ao acidente de Fernando Alonso, da Renault.
Se ficar comprovado que o italiano cruzou a linha de chegada antes de a exposição da bandeira vermelha, interrompendo a corrida, ele será considerado o vencedor. Nesse caso, Kimi Raikkonen, da McLaren, ainda o ganhador da prova, cairia para a segunda colocação. Fernando Alonso, terceiro, David Coulthard, da McLaren, quarto, Heinz-Harald Frentzen, Sauber, quinto, e Jacques Villeneuve, BAR, sexto, permaneceriam nas mesmas posições. Já Mark Webber perderia o sétimo lugar para Jarno Trulli, da Renault, e Ralf Schumacher, Williams, assumiria a oitava colocação, a última a marcar pontos na Fórmula 1.
Ralf Alguns jornais alemães e ingleses publicam tudo a respeito do irmão de Michael Schumacher, Ralf, até que seria homossexual e sua esposa, Cora, tem um amante. Seu empresário, Willi Weber, não esconde que essa ''perseguição'' está atrapalhando seu desempenho. Em três corridas o alemão conseguiu apenas um oitavo e quarto lugar, se for mantido o resultado do GP Brasil. De acordo com o que se comenta na Europa, de repente o espanhol Marc Gené, piloto de testes da Williams, poderia substituí-lo na prova de Ímola.

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