FIA confirma GP da China de Fórmula 1
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sexta-feira, 18 de outubro de 2002
Agência Estado 
Valência - O presidente da Federação Internacional de Automobilismo (FIA), o inglês Max Mosley, anunciou ontem que a China fará parte do calendário da Fórmula 1 a partir de 2004. ''Desde que assumi a FIA (1992) sempre desejei levar a Fórmula 1 para a nação mais populosa do mundo.'' Como a prova de Bahreim, no Oriente Médio, também já está confirmada para 2004, duas das 17 etapas atuais cairão fora do campeonato. Enquanto a Fórmula 1 aguarda com ansiedade o resultado da votação, pela Comissão de Fórmula 1, dia 28 em Londres, do revolucionário pacote técnico e esportivo proposto por Mosley e Bernie Ecclestone, promotor do Mundial, novos rumos vão sendo definidos para a competição.
Com a proibição da publicidade de cigarros na Europa a partir de 2006, os responsáveis pelo evento buscam novos mercados para os investidores das equipes, como a China, com seu 1,2 bilhão de habitantes. O autódromo de Xangai, com pista de 5,44 quilômetros, já está em contrução. Nada menos de US$ 244 milhões serão gastos, o dobro do que custou o melhor do mundo até agora, Sepang, na Malásia, o que dá uma idéia de que uma outra referência de circuito será criada.
O arquiteto da obra é o alemão Herman Tilke, o mesmo de Sepang. As arquibancadas poderão receber, confortavelmente, 200 mil pessoas. As provas mais cotadas para deixar o calendário são o GP de San Marino, em Ímola, na Itália, e o GP da Europa, em Nurburgring, Alemanha, por esses países terem já uma outra corrida, os GP da Itália e da Alemanha. Felipe Massa teve uma notícia, ontem, que pode não ser boa.
A empresa japonesa Brothers, de eletrônicos, renovou seu contrato de patrocínio com a Jordan. No anúncio, além do presidente da empresa, estava Takuma Sato, piloto japonês da escuderia, que poderá ter o seu compromisso renovado. Massa disputa com ele e Eddie Irvine o lugar na Jordan. Ao mesmo tempo, ontem também, o jornal suíço Blick informou que Massa formará com Luca Badoer a dupla de piloto de testes da Ferrari.
Seu empresário, Ricardo Tedeschi, comentou que só aceitaria o convite se não tivesse mesmo como ser titular em outro time.


