São Paulo - Um encontro hoje em Londres entre Charlie Whitting, delegado de segurança da entidade, e representantes das equipes de Fórmula 1 deve finalmente encerrar a polêmica gerada pelas propostas sugeridas pela FIA (Federação Internacional de Automobilismo) na semana passada. Depois de uma reunião na sexta-feira em que não houve conclusão nenhuma, os dirigentes voltam a debater as mudanças no regulamento da F-1, entre elas o fim do controle de tração, do câmbio automático e da telemetria e a proibição do uso do rádio.
Segundo a imprensa européia, a FIA cogitou tomar medidas mais drásticas após o encontro. Ontem, um porta-voz da entidade máxima do automobilismo afirmou que a FIA divulgará sua posição definitiva depois da reunião de hoje. Na semana passada, boa parte dos times criticou as mudanças sugeridas para a categoria.
O presidente da Ferrari, Luca di Montezemolo, disse que apoia as mediadas tomadas pela FIA (Federação Internacional de Automobilismo) para cortar custos e equilibrar a disputa entre as equipes no Mundial-2003 da F-1.
''Acho correto que finalmente seja feita uma mudança radical. Agradeço por esta renovação'', disse o chefe da escuderia que dominou completamente a última temporada.
Renault Aconteceu, ontem, em Lucerna, na Suíça, o lançamento do novo carro da Renault para a temporada 2003 de Fórmula 1. O lançamento também foi marcado pelo anúncio oficial da renovação do contrato entre a Mild Seven (da Japan Tobacco) com a Renault por mais 4 anos, até 2006.
''Nosso objetivo em 2003 será aproximar-nos das três melhores equipes da F-1. Escolhemos os testes de sexta-feira por achar que é o melhor para nós neste ano, pois poderemos colher dados importantes nas próprias pistas, algo que pode ser ainda mais valioso quando disputarmos o título para valer, em 2004
ou 2005'', comentou o diretor Flavio Briatore.
Os pilotos da equipe Renault para este ano serão o italiano Jarno Trulli e o novato espanhol Fernando Alonso.

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