Mônaco - O jejum de vitórias da Ferrari que já se arrastava por quase dois anos acabou com o triunfo de Sebastian Vettel no GP da Malásia, no final de março. Neste final de semana, porém, a escuderia italiana se depara com outra marca incômoda em sua história. Segunda maior vencedora do GP de Mônaco - soma oito triunfos contra 15 da McLaren -, a Ferrari não triunfa nas ruas do principado desde 2001, com Michael Schumacher.
De todos os circuitos que fazem parte do calendário da F-1 neste ano, em nenhum deles o jejum de vitória dos italianos dura tanto tempo. E, apesar da melhora enorme no rendimento da temporada passada para esta, o alemão Sebastian Vettel não espera poder lutar de igual para igual com a Mercedes neste fim de semana.
"Apesar de termos ficados satisfeitos com o resultado da última corrida (a terceira colocação em Barcelona, há duas semanas), a diferença para a Mercedes foi muito grande", disse Sebastian Vettel em Montecarlo, onde hoje, a partir das 9 horas (de Brasília) acontece o treino que definirá o grid de largada da sexta etapa do Mundial deste ano - a corrida, amanhã, será disputada no mesmo horário.
"Levamos partes novas para a Espanha e, apesar de as coisas não terem ido tão bem quanto esperávamos, vamos mantê-las aqui e continuar trabalhando para que elas funcionem. Como esta é uma corrida muito diferente das outras não saberemos ao certo onde estamos em relação à Mercedes, então temos que esperar umas duas ou três etapas para ter esta resposta", completou o tetracampeão mundial.

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