Monza - Os dois pilotos da Ferrari, Michael Schumacher e Rubens Barrichello, registraram ontem os dois melhores tempos no primeiro dia de treinos para o GP da Itália, 15 etapa da temporada da Fórmula 1. Nenhuma novidade. Deve ser assim também na definição do grid, hoje, e na corrida de 53 voltas, amanhã. A Williams, como sempre, é uma ameaça distante.
Schumacher marcou 1m22s433 e elogiou o trabalho da Bridgestone. ''Eles produziram um pneu ainda mais constante que o usado nos testes da semana passada'', disse o alemão. Rubinho obteve o segundo tempo, 1m22s658, a 225 milésimos do seu companheiro de equipe, mas ele treinou apenas na sessão da tarde. No primeiro treino, seus mecânicos cometeram grave erro na montagem do sistema de freios, o que chegou a causar um incidente.
Tanto Juan Pablo Montoya quanto Ralf Schumacher, os principais adversários dos pilotos da Ferrari, carregavam volume considerável de gasolina no tanque. A Williams nunca simula uma classificação às sextas-feiras. Assim, Montoya foi o quinto e Ralf, o sétimo colocado.
Jean Todt, diretor-esportivo da Ferrari, comentou que o objetivo da equipe é ter um carro nas duas primeiras filas do grid, o que demonstra uma preocupação com a evolução da Williams de Montoya e Ralf. Já a McLaren, apesar de conquistar o terceiro tempo com Kimi Raikkonen (1m23s016), não sugere ter fôlego para entrar na disputa pela pole position com a Ferrari e a Williams.
David Coulthard, o outro piloto da McLaren, rodou na pista no início da sessão da tarde e não foi além da 16 colocação.
Felipe Massa, da Sauber, 13º colocado do dia, explicou que no treino da manhã seu carro estava bem melhor que nos ensaios da semana passada, tanto que ficou em sétimo. ''Mexemos no acerto à tarde e andamos para trás. Vamos voltar ao que estávamos, quando o equilíbrio e a aderência eram bons'', revelou o brasileiro. Seu companheiro de equipe, o alemão Nick Heidfeld, ficou em 17º.

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