Curitiba - Sem poder pensar em outro resultado que não a vitória diante do Goiás, na Arena, o Atlético segue trabalhando forte para se readequar ao esquema 4-4-2, que pode ser adotado a partir de domingo por Roberto Fernandes. E apesar de algumas dúvidas na escalação, especialmente no meio-campo e ataque, o treinador deve manter a base que vem atuando desde o início da temporada.
Com a mudança na formação tática, alguns jogadores têm suas funções em campo alteradas. Principalmente os alas, que normalmente dividem a responsabilidade de apoiar no esquema 3-5-2, e passam a jogar mais recuados como laterais no novo esquema. Algo que não incomoda Nei, que será titular da equipe independentemente da formação adotada. ''Estou acostumado a jogar no 4-4-2. Mesmo com três zagueiros eu volto para marcar. Sempre fui participativo em campo, então não terei dificuldades se o Roberto escalar o nosso time no 4-4-2'', resume.
Mas a mudança não é totalmente certa. Apesar de ter garantido que mudaria o esquema, o treinador pode abrir mão desta opção, promovendo o retorno de Rhodolfo à defesa - formaria um trio com Antônio Carlos e Danilo. Se fizer isso, Irênio voltará ao banco de reservas, já que Alan Bahia, Valencia e Netinho são nomes certos. As duas formações foram testadas esta semana e uma delas será escolhida no coletivo da tarde. Independente da escolha de Fernandes, todo o elenco atleticano garante que a equipe buscará a vitória do começo ao fim da partida. ''Empatamos dois jogos em casa e isso é pouco'', arremata Nei.
De volta ao Brasil após viagem por Emirados Árabes Unidos, Espanha e Inglaterra, o presidente do Conselho Deliberativo do clube, Mario Celso Petraglia, destacou em entrevista à CBN Curitiba que ''tem o compromisso de trabalhar para ar alegrias à torcida'' atleticana. Mas ressaltou que a volta de Ferreira e novas contratações seguem indefinidas.

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