São Paulo - Diante do empate com a Portuguesa na estreia no Brasileirão, ficou ainda mais clara a necessidade do Palmeiras contar com mais um jogador de área em seu elenco. Com a saída de Barcos, contundido, Maikon Leite teve que entrar no time - jogadores com características bem diferentes.
Na quarta-feira, diante do Atlético-PR, pelas quartas de final da Copa do Brasil, Barcos está suspenso e o técnico Luiz Felipe Scolari vai ter que quebrar a cabeça para achar um substituto - é provável que jogue o recém-contratado Betinho, que ainda não estreou. Enquanto isso, a diretoria corre atrás de reforços, mas, sem dinheiro, parte em busca de desconhecidos ou renomados que estão em baixa.
A bola da vez é Jô, do Internacional, que é conhecido do público paulista por ter começado no Corinthians. O gerente de futebol do Palmeiras, César Sampaio, confirma que o jogador foi oferecido, mas seu excesso de problemas extracampo e o alto salário podem atrapalhar o negócio. ''O Jô foi oferecido. É um grande jogador, de seleção, mas vamos entender melhor o todo. Precisamos conhecer esse extracampo para trazer alguém que realmente possa ajudar'', disse o dirigente.
Além disso, o salário de Jô assusta. Ele ganha mais do que o meia Wesley, principal contratação do Palmeiras na temporada, e não aparece na lista de reforços pedida por Felipão.
Além de Jô, Obina é outro nome que interessa ao Palmeiras, com a vantagem de ter sido um pedido de Felipão. Um grupo de investidores ajudaria na contratação. E a negociação continua em andamento. Eder Luis, do Vasco, também interessa, mas é uma contratação mais difícil.

mockup