São Paulo - A Espanha estreia na Eurocopa diante da Itália, às 13 horas (de Brasília), em Gdansk, na Polônia, tentando acabar com a sina dos campeões europeus. Nunca na história da competição - que já teve 13 edições -, uma seleção alcançou o bicampeonato consecutivo.
A Espanha, no entanto, é apontada como grande favorita. Esse favoritismo, a Fúria conquistou dentro de campo. Afinal, além de ter vencido a Euro de quatro anos atrás, também é a atual campeã mundial, título conquistado na África do Sul em 2010.
Para buscar o segundo título seguido, a seleção conta com a manutenção de Vicente del Bosque, que comandou a equipe no título mundial. O treinador aposta na base do Barcelona para conseguir sucesso na competição - o clube catalão cedeu Victor Valdés, Gerard Piqué, Sergio Busquets, Xavi Hernández, Andrés Iniesta, Cesc Fábregas e Pedro Rodríguez para a seleção.
Além dos italianos, rivais na primeira rodada do grupo C, os espanhóis jogam também contra Irlanda e Croácia, que também se enfrentam neste domingo, a partir das 15h45 (de Brasília), em Poznan.
Respeito
Sobre o jogo de estreia, o zagueiro Piqué pede respeito aos tetracampeões mundiais. A Itália fará sua estreia imersa em um escândalo de manipulação de resultados em seu campeonato nacional. Apesar disso, o jogador do Barcelona disse estar convencido de que a situação não vai afetar o elenco comandado por Cesare Prandelli, e que a Espanha terá pela frente um dos adversários mais temidos da competição.
''A Itália é mais forte quando parece frágil, é nestes casos que gosta de se movimentar. Estou certo de que será um rival muito difícil, e que vai brigar pelo título'', disse Piqué.
O italiano Chiellini seguiu a mesma linha de discurso do opositor espanhol. O jogador da Juventus garantiu que o escândalo não influenciará o desempenho de sua seleção dentro de campo.
''Estamos motivados e acreditamos que podemos vencer este jogo. Não vamos ficar na defesa esperando apenas os contra-ataques. Isto não é a nossa natureza. Vamos respeitar o nosso adversário e vamos tentar fazer o que fazemos nos últimos dois anos'', disse ao site da Uefa, se referindo à boa campanha da Itália nas eliminatórias.

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