São Paulo - Ricardo, Rodrigo, Alexandre. Os dois primeiros são irmãos. Gêmeos. O terceiro, primo da dupla. Em comum, têm a paixão pelo automobilismo. Paixão que vem do berço e que este ano os levou ao mesmo lugar. Eles participarão do Campeonato Internacional de F-3000.
Além de parentes, são amigos fora das pistas e prometem se ajudar nas dez etapas, a primeira sábado, em Interlagos. Quando for possível. Mas quando for o caso de ‘‘baterem rodas’’ nenhum deles vai aliviar. Até porque lutam por um mesmo objetivo: chegar à F-1. ‘‘Quando der, a gente vai se ajudar. Mas um não pode dar chance ao outro, porque cada um de nós está correndo atrás de um sonho’’, diz Rodrigo.
Ele e Ricardo têm 22 anos, mas são ‘‘veteranos’’ na F-3000 se comparados a Alexandre, 28 anos, pelo fato de estarem na segunda temporada na categoria, enquanto o primo é estreante. Rodrigo corre pela Durango. Ricardo é piloto da Petrobras Júnior, ‘‘célula’’ da Williams. Alexandre só acertou há dez dias com a Minardi.
Hoje, há outros membros da família nas pistas. Rafael Sperafico, corre na F-Barber Dodge nos EUA; Fabiano Sperafico, o Paranaense de Turismo. E Guilherme, de 12 anos, já está no kart.
O Brasil tem outros três pilotos na F-3000: Antonio Pizzonia (Petrobras Júnior), Ricardo Maurício (Sauber Júnior) e Mário Haberfeld (Astromega).

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