São Caetano do Sul - A família do jogador Serginho, morto dia 27 de outubro em decorrência de uma parada cardíaca quando defendia o São Caetano contra o São Paulo, tem direito a um seguro de vida no valor aproximado de R$ 360 mil. O clube do ABC sempre teve a preocupação de segurar seus atletas para os riscos da profissão, como uma contusão mais séria ou mesmo uma aposentadoria antecipada por invalidez.
É claro que o clube nunca pensou em perder um jogador na condição em que se deu a morte de Serginho. Mas o seguro vale assim mesmo. De acordo com a lei 9.165, de 24 de março de 1998, e segundo atestou o advogado do São Caetano, João Zanforlin, a família do zagueiro tem direito a receber 12 vezes seu salário mensal. O São Paulo adota esse mesmo procedimento para seus jogadores.
A apólice de seguro a que a família de Serginho tem direito está no Banespa da agência de São Caetano do Sul, dentro da prefeitura. Todos os jogadores do clube do ABC têm esse benefício.
O empresário Marcelo Robalinho, que tinha o atleta como cliente, pretende deixar o tempo passar um pouco mais para dar início às formalidades burocráticas do desligamento de Serginho do São Caetano. Além do seguro de vida, a família poderá receber sua rescisão.
Serginho era um dos jogadores mais antigos do São Caetano. Estava no clube desde 1997, com algumas tentativas de se transferir para a Europa. Antes de sua morte, representantes de um time francês estavam de olho no seu futebol.

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