O perfil da equipe ''Eh Nois'' é diversificado e conta com profissionais das mais diversas áreas, como engenheiros, um advogado, um comerciante, entre outros. Segundo Marcos Yorinori, uma das maiores dificuldades para treinar e competir é a falta de tempo. ''Durante a semana é mais difícil, mas no fim de semana geralmente conseguimos reunir todos para treinar'', fala o engenheiro agrônomo.
Já para as competições, eles precisam de tempo livre e também recursos. Além dos custos com viagem, os ciclistas têm que levar uma série de equipamentos, peças e produtos como isotônicos, água, carboidrato em gel, e o que mais for necessário para aguentar a prova até o final. ''Nós já temos alguns apoiadores que nos ajudam bastante, mas por sermos atletas amadores, conseguir patrocínio já é mais difícil. Ficamos limitados a poucas provas'', explica Yorinori.
Além do gosto pela bicicleta, o que une os participantes é a amizade. E nesse caso, os ciclistas garantem que ter o esporte em comum torna o relacionamento entre eles muito mais saudável. ''Fazer amigos através do esporte é estar de bem com a vida. É uma amizade muito mais despreocupada, ninguém fala mal de ninguém e somos muito unidos por causa disso'', ressalta Regiane Cobra, que nas competições atua prestando apoio aos colegas.
Ela também conta que o grupo se reúne para outras atividades, mas, claro, com uma condição: ''De vez em quando a gente organiza um churrasco ou algo assim, mas não adianta, tem que pedalar antes''. (J.F.)

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