Os ginásios de Londrina, principalmente o maior deles – o Moringão –, há muito tempo não recebem grande público, a não ser em ocasiões especiais. Em 2003, quando a cidade contava com um time forte de basquete, o Moringão, chegava a receber mais de 8 mil torcedores. Naquela época, Londrina também tinha um time na Liga Futsal Masculina.
  Hoje a cidade continua com o seu time de basquete masculino (Inesul) disputando o Campeonato Nacional da CBB, mas não tem mais o mesmo apelo da equipe anterior. Londrina também tem uma grande equipe masculina de handebol (Unopar/FEL/Sercomtel) na Liga Nacional e outra de futsal se destacando na Chave Ouro do Paranaense (o Colégio Londrinense/FEL). Isso sem falar no futsal feminino da Unopar, que é o melhor do Paraná há anos, campeão brasileiro em 2006 e que orgulha Londrina nas competições nacionais.
  Porém, apesar de tantas opções e de todos os esforços de divulgação da imprensa local, da Fundação de Esportes (FEL) e dos treinadores das equipes, os ginásios nunca estão com sua lotação máxima. Os confrontos do Colégio Londrinense no Paranaense de Futsal, por exemplo, raramente levam mais de 500 torcedores ao ginásio.
  Uma das necessidades da cidade, segundo os técnicos e especialistas consultados, é contar com um ginásio menor e mais moderno para receber as famílias que costumam acompanhar e torcer pelas equipes coletivas de quadra de Londrina.



No Brasil, sua prática começou quando o norte-americano Augusto Shaw introduziu o esporte na Associação Atlética Mackenzie de São Paulo, em 1896


Seu nome oficial é Ginásio de Esportes Professor Darcy Cortês e tem capacidade para 13 mil pessoas. Foi inaugurado em 1º de outubro de 1972

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