‘‘Já sabíamos, quando começou o campeonato, que esse time aí iria só participar, que não iria longe. É uma garotada inexperiente e não dava para esperar que fossem ganhar jogos de times como esse aí de Brasília, que é cheio de americanos. Mas a médio ou longo prazo pode se tornar um time muito bom, porque você vê que eles têm garra e vontade. Não desistem.’’
Alcebíades Sambati, 62 anos, coordenador de escola


‘‘Venho sempre ao Moringão desde os tempos do Enio Vecchi e não perco um jogo do time, mesmo perdendo. O Saviani diz que precisa esperar uns quatro, cinco anos, até essa molecada amadurecer, mas a torcida de Londrina, que acostumou a lotar esse ginásio, não aceita esperar tanto tempo. Acho importante incentivar essa garotada, mas precisa ter mais verba para não passar vergonha.’’
Sidney Zamboni, 52 anos,
representante comercial


‘‘Venho sempre ao Moringão porque gosto de basquete. Acompanho o basquete há 40 anos, desde quando morava em Arapongas e o time de lá disputava campeonatos na região. Aqui começaram a errar quando tiraram o Nelsinho (ex-jogador da cidade e ex-supervisor do time). Ficou sem ninguém de Londrina. Agora tiveram que começar tudo do zero com esses meninos. Mas vamos incentivar.’’
Takashi Enokida, 76 anos,
aposentado

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